RITOS DE PASSAGEM – CIRCUNCISÃO FEMININA
9 dezEm algunstuais de passagem, podem parecer bizarros para aqueles que não participam da religião. Nao levarei ao merito esta discução, mas apenas explicar que o ritual de passagem é necessário em todas as religiões, cada uma apresenta elementos diferentes.
Temos abaixo, um ritual de circuncisão islã. Ele é praticado em alguns grupos islamicos e africanos.
SUPERSTIÇÃO X CIÊNCIA
5 out
SUPERSTIÇÃO X CIÊNCIA
Sobre o assunto, não há uma veia de crítica ou desconsideração, mas uma análise daquilo que a ciência vê e comprova a cerca da superstição.
Os conhecimentos que surgem da mera generalização, opinião ou crença, sem a devida comprovação, os cientistas costumam chamar de superstição. Por conta da credibilidade os teóricos fazem um grande esforço no sentido de evitar cair neste tipo de categoria. Para a ciência a explicação supersticiosa não chega a ser apenas uma questão de concorrência. Mais atrativa nas camadas populares e costuma ganhar força rapidamente e tomar o lugar da própria ciência. Parapsicologia e astrologia, por exemplo, fariam parte desta tendência. A confusão surge por uma questão de método. Alguns adeptos da ciência tradicional afirmam que essas áreas não podem ser ciência uma vez que falam de verdades sem provas. Tanto os parapsicólogos como os astrólogos promoveriam um saber baseado apenas na interpretação pessoal, na opinião.
No caso da parapsicologia, estaria faltando maior comprovação na análise dos fenômenos de aparência paranormal, ou seja, os fenômenos considerados à margem da psicologia convencional, tradicional. Espontaneamente, voluntariamente e sem condição de controle, os indivíduos produziriam fenômenos ainda inexplicáveis como: premonição movimento de objetos, produção de ruídos e incêndios, telepatia, etc. Apesar de muitos argumentos favoráveis e do crescimento constante do número de interessados no assunto, a parapsicologia não consegue uma aceitação geral dentro da psicologia e de outros ramos da ciência.
Os parapsicólogos se defendem das críticas e não aceitam a parapsicologia dentro da categoria de superstição. Dizem que o meio científico, principalmente a universidade, não se dedica a explorar melhor os fenômenos que a parapsicologia considera naturais só por não serem comuns e não possuírem explicação imediata. A falta de investimentos e de estudos seriam as causas da aparente desinformação e superstição dentro da parapsicologia, defendem.
A astrologia segue o mesmo caminho. Baseado na influência dos astros sobre os seres humanos, os astrólogos escrevem diariamente inúmeros horóscopos em todo o mundo. Dizem os cientistas, principalmente os astrônomos, que essa previsão baseada nos astros não pode ser certa, pois depende unicamente da opinião do astrólogo quando este “interpreta” os dados que os astros fornecem.
No meio de tanta briga acadêmica os críticos esquecem de considerar, segundo os astrólogos, o mérito da relevância social desses estudos, já que oferecem um sentido de existência às pessoas que a eles aderem e acreditam.
Quando a astrologia consegue fazer alguém satisfeito com uma resposta dada pelos astros, por exemplo, estaria contribuindo para a estabilidade emocional da pessoa.
Professor Jota Bê.
RITOS DE PASSAGEM NA RELIGIÃO
6 maiEste é o segundo post sobre os ritos de passagem. Mas o que vema ser essa tradição? “Rites de Passage” é uma expressão francesa que foi adotada por antropólogos e escritores europeus para definir todos os rituais e cerimônias que propiciam a passagem de uma pessoa para uma nova forma de vida ou um novo status social. Esses rituais são ações que se repetem em um grupo e ajudam os indivíduos a organizarem a vida e a darem-lhe um significado, por constituírem atos que se repetem durante gerações. Os ritos de passagem acontecem em todas as religiões. O que muda são as formas de execução, o significado e o significante continuam o mesmo.
Os ritos de passagem podem ter caráter religioso marcando mudanças de status de uma pessoa na comunidade. Nas sociedades primitivas, aconteciam cerimonias especiais, conhecidas como ritos de iniciação ou ritos de passagem. As cerimônias, representavam uma transição do indivíduo, e a sua progressiva aceitação e participação na sociedade na qual ele vivia. São os ritos de nascimento, a chegada à idade adulta, o casamento e a morte.
Podemos citar como exemplo, o nascimento de uma criança era considerado antigamente um ato divino, presenciado, assistido e celebrado apenas por mulheres (parteiras, sacerdotisas) com cantos, orações e invocações das Deusas “responsáveis” pela gestação e o parto.
Os ritos de passagem acontecem ainda hoje, mesmo na sociedade em que vivemos, nos grupos religiosos que algum de nós participamos, acontecem, a sua maneira os ritos de passagem. No judaismo: a circuncisão; no cristianismo: o batismo, a primeira comunhão, o crisma; nas religiões afro: iniciação ou feitura de santo.
A sociedade participa com seus ritos, desconfigurando totalmente o caráter religioso dos atos como é o caso de um nascimento, de um batismo de criança, aniversário de quinze anos ou mesmo umcasmento. A questão agora é a ostentação em detrimento as questões religiosas que esses atos simbolizam.
Nas questões religiosas, essas cerimonias, no entanto, marcavam desprendimento da vida humana, como acontece em uma conversão cristã, algumas atitudes eram abandonadas e novas deviam ser aceitas. A convivência com algumas pessoas era deixada para trás e esse indivíduo passava a conviver com outros grupos de pessoas. Em algumas dessas cerimonias, o indivíduo podia trocar até de nome, exemplificando que aquela pessoa não mais existiria.
Alguns desses ritos deixaram de existir, outros perpetuam-se inclusive na sociedade em que vivemos, apesar de que, alguns desses ritos não levam em conta a questão simbólica e a tradição dos mesmos.
No continente africano encontramos diversos tipos de ritos de passagem, alguns pode parecer bizarros, mas estão inceridos em dada cultura. No Brasil, os indíginas ainda mantém suas tradições de seus ritos de passagem.
Retirado do livro NOTAS SOBRE RELIGIÔES COMPARADAS de João Bosco de Sousa
OS ÍNDIOS ALGONQUINOS
![Indios algonquinos]](http://joaobosco.files.wordpress.com/2010/05/indios-algonquinos1.jpg?w=490)
Os garotos desta tribo indígena canadense eram levados para uma área separada do restante do povo, e eram enjaulados. Lá, eles recebiam uma dose de uma substância chamada de wysoccan, altamente alucinógena e quase cem vezes mais forte que o LSD. A intenção do ritual era fazer com que os garotos esquecessem todas suas lembranças da infância, para que pudessem se tornar homens. O problema do ritual é que a força da substância é tão grande que muitos garotos perdiam a memória da família e da própria identidade, e alguns até mesmo paravam de falar. Os garotos que mostravam que ainda lembravam coisas da sua infância eram levados para tomar o wysoccan novamente.
O SALTO DOS VANUATU
![Salto dos vuanatu]](http://joaobosco.files.wordpress.com/2010/05/salto-dos-vuanatu.jpg?w=490)
Este ritual serve como um rito de passagem e como um ritual de colheita das tribos da ilha de Vanuatu, no Oceano Pacifico. Os garotos das tribos têm que subir em uma torre de 30 metros de altura com cipós amarrados nos tornozelos e se jogar, a uma velocidade de cerca de 72 quilômetros por hora. Quando o “mergulho” é feito corretamente, o garoto deve encostar os ombros e a cabeça no chão. Entretanto, os cipós não são elásticos e um cálculo errado do comprimento da corda pode causar ferimentos sérios ou até mesmo a morte do garoto no ritual, que é feito com meninos de cerca de 7 ou 8 anos.
O SALTO DE VACAS DOS HARMAR

Este ritual é realizado pela tribo dos Harmar, na Etiópia, e é feito antes que os homens possam casar. O participante tem que pular por cima de vacas colocadas lado a lado quatro vezes sem cair. O teste é feito com o garoto nu, como um símbolo da infância que ele deixa para trás, e, se passar no teste, o garoto passa a viver com outros homens que passaram no mesmo teste, e fica durante alguns meses supervisionando as vilas do território do seu povo.
A TRIBO OKIEK
![A tribo Okiek]](http://joaobosco.files.wordpress.com/2010/05/a-tribo-okiek.jpg?w=490)
O rito de passagem desta tribo do Quênia é igual para homens e mulheres, e é feito com adolescentes de 14 a 16 anos. A iniciação começa com a circuncisão dos órgãos sexuais, e depois os participantes ficam separados de adultos do sexo oposto de quatro a 24 semanas. As pessoas que participam o ritual têm que se pintar com argila branca e carvão, para ficarem com uma aparência selvagem, e passam a receber conhecimento dos anciãos. Para completar o ritual, as pessoas têm que fazer o som de um instrumento que reproduz o rugido de uma criatura mística que assombra aspessoas durante a iniciação.
A circuncisão geralmente é feita com uma lâmina velha e suja que deixa os jovens propensos a infecções.
A circuncisão feminina consiste na remoção do clitóris o que deixa a maioria delas incapaz de sentir prazer durante o sexo para o resto da vida. Caso elas se recusem a passar pelo rito são isoladas do resto da tribo.
FESTA DAS MOÇAS NOVAS
Esta festa de iniciação é realizada pela tribo Tukuna, que vive na região norte da Amazônia. As garotas começam a participar da iniciação quando menstruam, e ficam durante 4 a 12 semanas em reclusão em um local construído na casa da família com este único propósito. Durante este período, acredita-se que a menina é está no submundo, correndo perigo na presença de um demônio conhecido como Noo. Ao final do ritual, outras pessoas utilizam máscaras e se tornam reencarnações do demônio, e a garota fica durante dois dias com o corpo pintado de preto para se proteger do Noo. Na manhã do terceiro dia, ela pode sair da reclusão, e é levada por parentes para as festividades, em que dançam até o amanhecer. Neste momento, a garota recebe uma lança de fogo e deve jogá-la sobre o demônio. Depois disso, a tribo considera que a mulher pode entrar para a vida adulta com segurança.
A TRIBO OKRIKA

Esta tribo nigeriana realiza o ritual Iria com as garotas, para que elas entrem na idade adulta. Jovens entre 14 e 16 anos são levadas para locais em que recebem alimentos pesados para engordar. Elas também aprendem as canções tradicionais do ritual, que cantam durante vários dias durante o amanhecer. As pessoas da tribo acreditam que as garotas podem formar ligações amorosas com espíritos aquáticos, e por isso têm que cantar as músicas tradicionais antes de poderem casar. No último dia do ritual, as garotas passam próximas à água, com uma mulher mais experiente para levá-las para longe dos espíritos, que querem pegá-las de volta.
OS ABORÍGINES MARDUDJARA
![Aborigines]](http://joaobosco.files.wordpress.com/2010/05/aborigines.jpg?w=490)
Estes aborígenes australianos levam os garotos de uma certa idade à reclusão, onde eles são segurados por um ancião, enquanto outro retira o prepúcio do pênis do garoto sem anestesia. Depois disso, o garoto se ajoelha sobre um escudo próximo a uma fogueira e tem que comer a própria pele crua, sem mastigar. Após isso, ele se livrou da criança, e se torna um homem completo. Depois que a circuncisão termina de cicatrizar, os homens sofrem outra intervenção cirúrgica: o pênis é cortado na parte inferior, próximo aos testículos, e o sangue que escorre deve cair sobre uma fogueira, para purificá-lo, e depois da incisão, têm que se abaixar para urinar, como as mulheres.
A TRIBO DOS SATERE-MAWE
![Tribo dos satere1]](http://joaobosco.files.wordpress.com/2010/05/tribo-dos-satere1.jpg?w=490)
Esta tribo amazonense realiza um ritual de iniciação com garotos que pode ser considerado um dos mais dolorosos da nossa lista. Os jovens da tribo têm que colocar as mãos dentro de uma espécie de luva cheia de formigas-bala, cuja mordida é quase 20 vezes mais dolorida que a de uma vespa. Os garotos têm que dançar com as mãos dentro da luva durante dez minutos, e a dor é tão intensa que o corpo sofre com convulsões, e a dor pode durar até 24 horas. O mais inacreditável é que os homens da tribo repetem este ritual várias vezes durante a vida, para provar a sua masculinidade.
A CAÇADA DOS MATIS
![Caçada dos Matis]](http://joaobosco.files.wordpress.com/2010/05/cacada-dos-matis.jpg?w=490)
A tribo dos Matis, que vivem na floresta amazônica brasileira, realiza quatro testes com os garotos, para que eles mostrem que podem participar das caçadas com os outros homens. Primeiro, os garotos recebem veneno diretamente nos olhos, para supostamente melhorar a sua visão e aguçar os sentidos. Depois, eles são espancados e recebem chicotadas, para depois receber a inoculação do veneno de um sapo venenoso da região. A tribo acredita que o poderoso veneno do animal aumenta a força e a resistência, o que só acontece depois que o participante do ritual sofre com fortes enjôos, vômitos e diarréia. Quando os garotos passam por esta terrível seqüência de testes, são considerados aptos a participar das caçadas da tribo.
A TRIBO SAMBIA
![Tribo Sambia]](http://joaobosco.files.wordpress.com/2010/05/tribo-sambia.jpg?w=490)
A iniciação dos garotos desta tribo de Papua Nova Guiné começa aos sete anos, quando eles são levados para longe de todas as mulheres, e passam a viver somente com homens pelos próximos dez anos. Durante o início do ritual, a pele dos garotos é furada, para que as contaminações das mulheres sejam retiradas, e eles têm que sangrar pelo nariz (foto acima, a direita) para se limparem. Os garotos também têm que consumir cana de açúcar para estimular o vômito e a defecação, com o mesmo propósito. Após a “limpeza” do corpo, eles consomem sêmen, considerado vital para que eles cresçam e fiquem fortes.
Durante o processo, os garotos são informados sobre as impurezas femininas e seus perigos, e aprendem técnicas de purificação. Quando se casam eles se purificam freqüentemente contra as impurezas da esposa. Eles realizam sangramentos intensos pelo nariz toda vez que a mulher menstrua. No último passo do ritual de iniciação, os jovens têm que remover um pêlo pubiano e entregá-lo para um homem mais velho, que irá colocá-lo no lugar apropriado. Durante este estágio, o homem explica ao garoto que ele não deve ser promíscuo na sua relação heterossexual, senão será executado.
Fonte: Hypescience
SANTA CEIA TRAVÉS DA PINTURA
18 abrA Santa ceia, chamada assim pelo cristianismo : Católicos e protestantes é um sacramento dos mais importantes para esses dois grupos. Neste post a proposta não é analisar a questão de símbolos ou o rito, mas sim como alguns pintores retrataram a santa Ceia.
No entanto descreveremos como as igrejas cristãs tratam a questão da santa ceia.
No Evangelho de Lucas nas Sagradas Escrituras para os cristãos, ele registrou esse mandamento da seguinte forma: “E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança ou Novo Pacto no meu sangue derramado em favor de vós.” (Lucas 22:19-20).
SANTA CEIA NA IGREJA PROTESTANTE
Dentro do protestantismo, cuja teologia remonta aos princípios da reforma e são influenciados por Lutero e Calvino, a Eucaristia é vista como um sacramento.
Nas igrejas Luteranas existe o entendimento da ceia como essência ou substância do corpo de Cristo, e não transformada no mesmo. A essa forma de entendimento dá-se o nome de consubstanciação. Para compreendermos melhor: Jesus está PRESENTE, ao LADO, não se transforma, mas no momento da Santa Ceia Ele está presente ao rito.
A proposta de Calvino, em oposição a Lutero e Zwinglio, era que na ceia ocorria a presença de Jesus, não nos elementos, mas como co-participante e co-celebrante junto com os comungantes. A essa forma de entendimento dá-se o nome de presença real. Seria um memorial onde todos lembrariam a morte do Senhor.
Na Igreja Anglicana, o entendimento é de um sacramento, independente de como o mesmo será entendido pelo comungante. Por essa liberdade é permitida até mesmo o entendimento não sacramental da ceia.
SANTA CEIA NA IGREJA CATÓLICA
Na Igreja Católica, a Eucaristia é um dos sete sacramentos. A Eucaristia é ” o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até ao seu regresso. Comungar ou receber a Comunhão é nome dado ao ato pelo qual o fiel pode receber a sagrada hóstia sozinha, ou acompanhada do vinho consagrado, especialmente nas celebrações de Primeira eucaristia e Crisma.
A Igreja Católica confessa a presença real de Cristo, em seu corpo, sangue, alma e Divindade após a transubstanciação do pão e do vinho, ou seja, a aparência permanece de pão e vinho, porém a substância se modifica, passa a ser o próprio Corpo e Sangue de Cristo. O pão se TRANSFORMA em carne e o vinho se TRANSFORMA em sangue.
Pelo menos 52 pinturas da Santa Ceia foram usadas para uma pesquisa sobre o aumento da oferta de alimentos no mundo, publicada no International Journal of Obesity.
Veremos na fotografia e na pintura as mais diferentes visualizações de como se imaginou esse episódio tão importante para o cristianismo.
Bassano Jacopo
Carl Heinrich Bloch
David Lachapelle
Domenico Ghirlandaio
El Greco
Fra Angelico
Giacomo Raffaelli
Jacomart Jaume Baco
James Smethan
Joos Van Cleve
Le Nain
Leonardo da Vinci
Marithe Francois Girbaud
Marsden Hartley
Nicholas Poussin
Pascal Adolphe Dagnan
Peter Paul Rubens
Philippe de Champaigne
Salvador Dali
Antonio Falbo
Tintoretto
RELIGIÕES DE MISTÉRIO
27 marReligião de mistério ou mistérios é uma forma de religião com arcanos, ou um corpo de conhecimento secreto. Nela, há um conjunto central de crenças e práticas de natureza religiosa que são reveladas apenas aos iniciados em seus segredos.
As religiões de mistérios era comuns na Antiguidade, sendo exemplos delas os mistérios de Elêusis, o orfismo, o pitagorismo, o culto à Ísis, o culto a Mitra e os gnósticos. Nos tempos modernos, algumas das religiões de mistérios praticadas são o Cristianismo Esotérico, o Rosacrucianismo e a religião dos druzos.

A palavra Mistérios deriva do grego “muô”, o ato de fechar a boca. Cada símbolo a eles relacionados tinham significados ocultos, uma vez que Platão e vários outros sábios filósofos da Antiguidade consideravam-nos altamente religiosos, morais e benéficos.
Os Mistérios eram, em todos os países nos quais eram praticados, uma série de representações dramáticas, onde a cosmogonia e a natureza oculta eram personificadas por sacerdotes e neófitos, desempenhando o papel de diferentes deuses e deusas, repetindo alegorias (cenas) de passagens de suas vidas. As encenações eram posteriormente explicadas aos candidatos em seu sentido oculto e incorporadas às doutrinas filosóficas e a vida cotidiana.

Os iniciados recorriam a um conjunto de práticas como o jejum, a flagelação, o sacrifício de animais (como o touro ou os porcos) ou o rapar da cabeça.
O sacerdócio que estava ligado aos Mistérios não tinha uma estrutura rígida, sendo na sua maioria constituído por mulheres.






































































