Arquivo da categoria ‘CATOLICISMO’

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Ogum saojorge1

 

Sou noveleiro sim. Quando tem uma boa trama assisto quando dá. A novela das oito da Rede Globo, traz a história de uma heroina chamada de Morena,  semana passada ela pariu em uma caverna da Capadocia, Turquia (pais Muculmano).

Para minh surpresa,,,quem estav desenhado na parede de uma caverna da Capadocia?  SÂO JORGE ou Ogum no Candomblé.

Como explicar isso? Nao ha como explicar erro da aut ora e sua equipe que nao pesquisou satisfatariamente. A autora danovela Gloria erez, quer justificaro nome da novela com essas furadas.

Outro detalhe  que na maioria das pessos que cultuam religia afro no Rio deJaneiro são predominantemete da Umbanda e nao do Candmblé. é Isso!

A data de 3 de outubro será feriado no Rio Grande do Norte, em comemoração ao Dia dos Mártires de Uruaçu e Cunhaú. Mais um feriado… e SANTO! Me choca mais ainda é quando analisamos os porquês do feriado. Entro um pouco mais fundo na “história” por que a “istória”de Cunhaú me intriga. A grande parte da sociedade e de religiosos só conhecem um lado da moeda… aquilo que “alguns” insistem em contar. O que na verdade aconteceu? Porque os historiadores laicos divergem da história oficial? (católica).  Que pesquisas foram encomendadas que transformaram o evento numa briga religiosa? Porque o Governo não considerou as pesquisas realizadas pelas Universidades? E a Assembléia Legislativa rapidamente aprova maisum feriado “SANTO”.

Poderíamos aqui sugerir alguns feriados:

a)      Dia de Camara Cascudo – (nosso Mestre)

b)     Dia dos caboclos do Catimbó – (Religião brasileira)

c)       Dia da Umbanda – (Religião brasileira)

d)       E porque não um feriado específico aos indíginas que foram dizimados pelos portugueses em nosso Estado – NA COLONIA, na escravidão e na catequese Católica?

                                                                                Apresento aqui as duas versões do fato

                                                                   NÓS CRIAMOS NOSSOS HEROIS POR PURA CONVENIENCIA

HISTÓRIA LAICA

Não queremos aqui minimizar o massacre, o sofrimento das vidas que foram perdidas naquele local. Isso foi verdadeiro, mas devemos ser honestos com a história, não cedendo a pressões religiosas mais deixando a liberdade de pesquisa, de imprensa, registrar a outra face não contada. Esse caso de Cunhaú é extremamente controverso. Mas reina uma versão aceita pelos leigos e por alguns intelectuais que não buscaram conhecer o outro lado da história. Se na história não podemos eleger nosso herói, não podemos afirmar sobre o bandido, como a “versão” autorizada afirma que foi culpa do governo holandês orientado por um Pastor Evangélico. A história relatada por Cascudo e demais historiadores que defendem que o massacre não foi obra do governo holandês tem uma razão de ser, bem como a minha história.

Ao relatar uma história, não conseguiremos isentar totalmente de nossos pressupostos, inclusive os religiosos. Mas fato deste escritor ser protestante não impedirá e não porá em cheque suas argumentações que devem ser analisadas a partir do viés da história laica . Este site é informativo, de pesquisa e de lazer. Avisando para aqueles que são religiosos que não se fruste diante de fatos que não lhe contaram ou que seja difícil você aceitar. Clique no “X” e visite um outro site, este não é um lugar para você estar.

1 – É preciso entender (ou buscar na história laica) que não foi o governo holandês que ordenou a chacina. Na verdade, a outra versão que fazemos aqui o levante, narra que foi uma vingança por parte dos índios que ali moravam ajudados por uma outra tribo da Bahia. Todos esses, se revoltaram devido notícias da crueldade cometidas pelos portugueses para com os indígenas. No início da revolta (13/6/1645), isso é aceito pela maioria dos historiadores (laicos) que por onde passavam os portugueses e estabeleciam seu domínio, a violência, a morte estavam presente de forma cruel. Os “brasilianos” (como eram chamados os índios tupis) fugiam para bem próximo das fortificações holandesas, que eram difíceis de serem atacadas e destruídas. Outros decidiram evitar o desastre aparentemente inevitável e pegaram em armas. Foi isso que aconteceu em Cunhaú.

“No Rio Grande do Norte, a população indígena consistia em grande parte de índios antropófagos (tapuias), sob a liderança do seu cacique Nhanduí. Para os holandeses, os tapuias significavam um bando de aliados um tanto inconstantes, pois eram um povo muito independente, que não aceitava ordens de ninguém, mas decidia por si o que era melhor para sua tribo. Um tal de Jacob Rabe, casado com uma índia, servia de ligação entre eles e o governo holandês”. (Schalkwijk – 1986).

Os holandeses eram considerados como os libertadores da opressão portuguesa. E, por várias vezes, esses índios quiseram aproveitar-se da situação de derrota dos portugueses para vingar-se da violência anterior Como acontecera no Ceará em 1637, em 1645 os índios procuraram matar todos os portugueses da região, que foram protegidos pelos holandeses, por meio das armas.. Os tapuias sentiram que, com o início da revolta contra os holandeses, eram eles ou os portugueses. No dia 16 de julho, começaram por Cunhaú, massacrando as pessoas que estavam na capela e posteriormente, numa luta armada, os restantes.

2. O nome do Pastor protestante Rev. Jodocus à Stetten que era capelão do exército holandês está ligado a esse episódio de Cunhaú, é preciso observar e entender que exatamente o contrário do que alguns afirmam, esse pastor foi enviado pelo governo holandês do Recife para acalmar os ânimos dos indígenas. Porém, os índios, não entendiam como os holandeses podiam defender seus inimigos mortais. 3 . É preciso também registrar que esse sim: Como afirma Schalkwijk, o Algoz-mor de Cunhaú: Jacob Rabe alguns meses depois do massacre, esse funcionário da Companhia das Índias Ocidentais, que havia recebido o pastor Jodocus de pistola em punho, foi morto por ordem do próprio governador da capitania do Rio Grande do Norte, Joris Garstman. O capitão Joris era casado com uma senhora portuguesa que havia perdido muitos parentes em Cunhaú. Na história não podemos eleger nossos heróis, mas os inimigos, o algoz, sempre queremos descobrir que o foi. Nesse relato, apresentamos uma outra versão que evidentemente não esclarece de um todo, mas apresenta através de três pontos que a história precisa ser revista.

OUTRO POST JÁ PUBLICADO NESSE BLOG 

Causa espanto saber que a Assembléia Legislativa do Estado aprovou por unanimidade e a Governadora sancionou lei criando o feriado estadual de 3 de outubro para culto público e oficial dos chamados mártires de Uruaçu e Cunhaú. A lei estadual 8.913, de 6 de dezembro de 2006, é um insulto aos nossos indígenas de ontem e de hoje e um atentado aos princípios do Estado Laico. Inconcebível que seja o próprio Estado a colaborar com a igreja católica nos seus intentos de criar beatos, santos, mártires, milagres etc. e a partir de qualquer história forjada e narrada como se quer.O que se chama de massacre dos mártires de Uruaçu e Cunhaú (mártires católicos!, pois do outro lado estavam protestantes holandeses e indígenas) é fato ocorrido no século XVII e não difere de outras situações que o território brasileiro conheceu, em todas as partes, no período colonial. No fundo, o que se visa exaltar é a fé católica que, nesse mesmo período histórico, foi responsável pela morte de milhões de indígenas. Os tapuias e potiguares que habitavam a região e que, ao lado de holandeses calvinistas, figuram na narrativa construída sobre o tal martírio, que agora se visa cultuar, faziam parte da grande civilização indígena aqui existente que, pela catequese cristã e predominantemente católica, viu ser dizimados três milhões de seus integrantes nos três primeiros séculos da colonização.Que cidadãos, isolados ou em grupos organizados, queiram praticar suas crenças, organizar e participar de romarias (a cavalo, em paus-de-arara, bicicletas, motos, carros ou a pé), que as igrejas, incluindo a dos católicos, queiram difundir suas crendices, incluindo inventar milagres e os santos milagreiros, que o façam no usufruto dos direitos que são os seus. Todavia, o Estado não pode ser cúmplice do absurdo que é tornar feriado um dia da semana para culto de uma narrativa que insulta os indígenas de ontem e de hoje.Os poderes Legislativo e Executivo estaduais, com a criação do feriado de 3 de outubro, dão mostras que não praticam a laicidade exigível desses poderes no âmbito da esfera pública e estatal e confirmam que, no Brasil, o Estado, longe de ser laico, permanece vergonhosamente submetido, pelas mãos de seus dirigentes, aos ditames e interesses de igrejas e religiões. Os interesses da igreja católica (ou de qualquer outra) não podem ser colocados acima do caráter universalista que o Estado está obrigado a preservar para permanecer como esfera autônoma, independente. Esta que é a única condição do Estado poder legitimamente representar a sociedade como um todo e agir pela sua emancipação social, livrando-a do domínio de crenças sem fundamentos que se tornam obstáculos aos seus avanços culturais, sociais. No Brasil, são inúmeros os exemplos de ações das igrejas, contrariando a implementação de medidas emancipatórias pelo Estado.

Multinacional capitalista, que enriquece com a mais-valia da fé alheia explorada, mas continuamente sedenta de criar santos e milagres para a conservação do seu domínio sobre uma população pobre e abandonada à sua própria miséria (emocional, cultural, econômica), a igreja católica não pode contar com a cumplicidade dos dirigentes do Estado para realizar seus intentos. O fato representa uma tomada de posição desses dirigentes em favor de um segmento da sociedade, e apenas de um de seus segmentos, ferindo o principio da laicidade e da universalidade de valores a predominar e a ser preservado pelo Estado no âmbito das decisões político-públicas.

Se há algo a ser feito sobre o que se passou em 1645 é o Estado narrar a tragédia de nossos indígenas, vencidos pela violência, dividindo-se, em desesperadas estratégias, entre os colonizadores.

 

HISTÒRIA RELIGIOSA _ CATÒLICA

História

Em 16 de junho de 1645, o Pe. André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis estavam participando da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú – no município de Canguaretama (RN). O que motivou a chacina? A intolerância calvinista dos invasores que não admitiam a prática da religião católica: isso custou-lhes a própria vida.

O movimento de insurreição contra o domínio holandês começou em Pernambuco, mas, na capitania do Rio Grande do Norte, tudo parecia normal. Bastou, porém, a presença de uma só pessoa para que o clima se tornasse tenso: Jacó Rabe, um Judeu – alemão a serviço dos holandeses. Ele chegara a Cunhaú no dia 15 de julho de 1645.A simples presença de Rabe e dos tapuias era motivo para suspeitas e temores. Suas passagens por aquelas paragens eram freqüentes, sempre acompanhado dos ferozes tapuias, semeando por toda parte ódio e destruição.

No dia 16 de julho, Domingo, um grande número de colonos estava na igreja, para a missa dominical celebrada pelo Pároco, Pe. André de Soveral.Após a elevação da hóstia e do cálice, erguendo o Corpo do Senhor, para a adoração dos presentes, a um sinal de Jacó Rabe, foram fechadas todas as portas da Igreja e se deu início à terrível carnificina. Foram cenas de grande atrocidade: os fiéis em oração, tomados de surpresa e completamente indefesos, foram covardemente atacados e mortos pelo flamengo com a ajuda dos tapuias e potiguares. Ao perceber que iam ser mesmo sacrificados, os fiéis não se rebelaram. Ao contrário, ‘entre mortais ânsias se confessaram ao sumo sacerdote, pedindo-lhe, com grande contrição, perdão de suas culpas.

Postado por Artigos e Notocias

http://www.vcartigosenoticias.com/2011/10/feriado-no-rn-conheca-um-pouco-da.html

OUTRA NARRATIVA CATÒLICA

Dia 15 de julho chegou em Cunhaú Jacó Rabe, trazendo consigo, como sempre, seus amigos e liderados, os ferozes tapuias, e, além deles, alguns potiguares com o chefe Jerera e soldados holandeses. Jacó Rabe era conhecido por seus saques e
desmandos, feitos com a conivência dos holandeses, deixando um rastro de destruição por onde passava. Dizendo-se em missão oficial pelo Supremo Conselho Holandês do Recife, convoca a população para ouvir as ordens do Conselho após a missa dominical no dia seguinte. Sua simples presença deixou todos tensos e temerosos Os
fiéis chegaram, em grupos de famílias, para cumprir o preceito dominical, e Pe. André de Soveral iniciou a missa…

“Após a elevação da hóstia e do cálice, erguendo o Corpo do Senhor para a adoração dos presentes, a um sinal de Jacó Rabe, foram fechadas todas as portas da igreja e se deu início à terrível carnificina. Foram cenas de grande atrocidade: os fiéis em oração, tomados de surpresa e completamente indefesos, foram covardemente atacados e mortos pelos flamengos com a ajuda dos tapuias e dos potiguares. Ao perceber que iam ser mesmo sacrificados, os fiéis não se rebelaram. Ao contrário, “entre ânsias se confessaram ao sumo sacerdote Jesus Cristo Senhor Nosso, pedindo-lhe cada qual, com grande contrição, perdão de suas culpas”, enquanto o Pe. André estava “exortando-os a bem morrer, rezando apressadamente o ofício da agonia”.

Os primeiros ataques ao venerando sacerdote, Pe. André de Soveral, partiram dos tapuias. O Padre, porém, falando a língua indígena na qual era bem versado, exortou-os a não tocar na sua pessoa ou nas imagens e objetos do altar, sob pena de ficarem tolhidas as mãos e as partes do corpo que o fizessem. Os tapuias recuaram receosos. Mas os potiguares não deram importância às palavras do sacerdote, arremetendo contra o ministro de Deus e “fazendo-o em pedaços”. O autor da façanha foi o principal dos Potiguares Jerera, que, empunhando uma adaga, feriu de morte o Pe. André”.

Os que haviam se refugiado na casa do senhor de engenho tiveram a mesma sorte. Após a igreja, esta foi invadida. Três conseguiram fugir escapando pelos telhados. Os outros tentaram se defender como puderam, mas também foram mortos. A disposição dos fiéis à hora da morte era a de verdadeiros mártires, ou seja, aceitando voluntariamente o martírio por amor a Cristo. Os assassinos agiam em nome de um governo que hostilizava abertamente a Igreja Católica, a religião do governo português, do qual eram adversários. As vítimas tinham plena consciência disso.
De toda essa numerosa multidão de mártires, cerca de 70 pessoas, apenas duas foram identificadas, e por isso, beatificadas: André de Soveral e Domingos de Carvalho.

http://www.canguaretamarn.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=40%3Amartirio-de-cunhau-&catid=15%3Ahistoriaindex&Itemid=38

João Bosco de Sousa – Escritor, Teólogo Cientista da Religião pela UERN. ( Nordestino, nascido em Natal sem familiares holandeses ou calvinistas). (tomando como base o texto de Francisco Schalkwijk – Doutor em história na Universidade Presbiteriana Mackenzie. E o Texto de Alipio de Sousa Filho. Dr. EM Ciencias Sociais pela UFRN.

A Santa ceia, chamada assim pelo cristianismo : Católicos e protestantes é um sacramento dos mais importantes para esses dois grupos. Neste post a proposta não é analisar a questão de símbolos ou o rito, mas sim como alguns pintores retrataram a santa Ceia.

No entanto descreveremos como as igrejas cristãs tratam a questão da santa ceia.

No Evangelho de Lucas nas Sagradas Escrituras para os cristãos, ele registrou esse mandamento da seguinte forma: “E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança ou Novo Pacto no meu sangue derramado em favor de vós.” (Lucas 22:19-20).

SANTA CEIA NA IGREJA PROTESTANTE

Dentro do protestantismo, cuja teologia remonta aos princípios da reforma e são influenciados por Lutero e Calvino, a Eucaristia é vista como um sacramento.

Nas igrejas Luteranas existe o entendimento da ceia como essência ou substância do corpo de Cristo, e não transformada no mesmo. A essa forma de entendimento dá-se o nome de consubstanciação. Para compreendermos melhor: Jesus está PRESENTE, ao LADO, não se transforma, mas no momento da Santa Ceia Ele está presente ao rito.

A proposta de Calvino, em oposição a Lutero e Zwinglio, era que na ceia ocorria a presença de Jesus, não nos elementos, mas como co-participante e co-celebrante junto com os comungantes. A essa forma de entendimento dá-se o nome de presença real.  Seria um memorial onde todos lembrariam a morte do Senhor.

Na Igreja Anglicana, o entendimento é de um sacramento, independente de como o mesmo será entendido pelo comungante. Por essa liberdade é permitida até mesmo o entendimento não sacramental da ceia.

SANTA CEIA NA IGREJA CATÓLICA

Na Igreja Católica, a Eucaristia é um dos sete sacramentos. A Eucaristia é ” o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até ao seu regresso. Comungar ou receber a Comunhão é nome dado ao ato pelo qual o fiel pode receber a sagrada hóstia sozinha, ou acompanhada do vinho consagrado, especialmente nas celebrações de Primeira eucaristia e Crisma.

A Igreja Católica confessa a presença real de Cristo, em seu corpo, sangue, alma e Divindade após a transubstanciação do pão e do vinho, ou seja, a aparência permanece de pão e vinho, porém a substância se modifica, passa a ser o próprio Corpo e Sangue de Cristo. O pão se TRANSFORMA em carne e o vinho se TRANSFORMA em sangue.

Pelo menos 52 pinturas da Santa Ceia foram usadas para uma pesquisa sobre o aumento da oferta de alimentos no mundo, publicada no International Journal of Obesity.

Veremos na fotografia e na pintura as mais diferentes visualizações de como se imaginou esse episódio tão importante para o cristianismo.

Bassano  Jacopo

Carl Heinrich Bloch

David Lachapelle

Domenico Ghirlandaio

El Greco

Fra Angelico

Giacomo Raffaelli

Jacomart Jaume Baco

James Smethan

Joos Van Cleve

Le Nain

Leonardo da Vinci

Marithe Francois Girbaud

Marsden Hartley

Nicholas Poussin

Pascal Adolphe Dagnan

Peter Paul Rubens

 Philippe de Champaigne

Salvador Dali

Antonio Falbo

Tintoretto

Encontrei alguns textos da Sra. Roseli Fischman e fiquei surpreso com o pouco conhecimento que esta senhora possui sobre o ensino religioso. Principalmente o desrrespeito para com o professor desta disciplina.

Um de seus textos no jornal “Estado de São paulo” dizia o seguinte: 

Daí o professor ministra a aula quando quiser, do jeito que quiser e segundo a própria fé. Ele não diz às crianças: “Vou falar sobre religião, saiam da sala se quiserem”. Isso é grosseria e ignorancia!

Como ela pode afirmar isso categoricamente? Seria interessante se os professores de todas as disciplinas discutirem o ateísmo? Falta compreensão por parte desta senhora de que país ela reside.

Em meu Estado o professor de Ensino Religioso deve ter formação em “Ciencias da  Religião”. E pelo menos aqui, temos duas universidades “laicas” que promovem a formação deste profissional.

Algumas discussões desta senhora foram pertinentes como a que narra o posicionamento do Brasil e o Vaticano. “Coisa que a maioria dos profissionais do Ensino Religioso do país não concordou. Para isso é só consultar os diversos blogs sobre o aasunto, Orkut nas comunidades sobre o assunto. Daí ela generalizar e mensurar posicionamento no minimo grosseiro.

Deixa pra lá… “Dra.” Roselí deve ter seus “motivos” anti religiosos…” que inclusive ela não sabe a que se destina o ensino religioso nas escolas. NÂO SABE!

 

 

sIMBOLOS RELI

 

           Inicia-se agora uma nova fase da história da educação, foi aprovado uma nova lei que constitui, agora, o Ensino Religioso em uma disciplina com todas as propriedades, enquanto tal. Isto significa que o Ensino Religioso não se dá mais no processo linear como foi concebido até recentemente, mas por meio de articulações complexas num mundo pluralista e multiforme, pois é nela e a partir dela que se inicia o processo.

            A grande crítica quanto a essa questão fora por que ela partiu da Igreja Católica, em uma relação entre Governo e Vaticano realizando um acordo dentre muitas questões está incluído o Ensino Religioso. O acordo gera polêmicas em todo o país, especialmente porque o texto do artigo 11 do acordo diz, em um trecho, que “o ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental”. A discórdia está na expressão “católico e de outras confissões religiosas”.

          O ensino voltado para uma determinada religião pode constranger os alunos que não compartilham dessas idéias. O texto apresentado da Lei de diretrizes e bases da Educação é explicita e extremamente objetiva quando diz: Que ” é vedada quaisquer tipo de proselitismo”.

         Porque a igreja Católica sugere reformular uma lei que na verdade fere a constituição brasileira, e os deputados federais aceitaram? Não podemos voltar ao passado, o Brasil foi por muitos anos intolerante com religiões que não fosse a católica. Passamos muito tempo sendo catequizados nas escolas. Este é um modelo atrasado que fere a diversidade cultural e social brasileira. Se um aluno hoje desejar aprender sobre modelos doutrinários religiosos, ele deve se dirigir a sua igreja, capela, terreiro, casa de oração. Na escola, o ambiente é o da educação e do conhecimento.

             A escola pública – é um espaço plural e de convívio com as diferenças onde se respeita até mesmo aqueles que são agnósticos ou ateus. Ressalte-se que, mesmo sendo um país de maioria católica, o ensino da religião católica não deve ser, em hipótese alguma, uma imposição às instituições públicas de ensino. Caso contrário estaria ferindo o princípio da laicidade do Estado Brasileiro.

             O que ajuda nesse comportamento proselitista são os profissionais do Ensino religioso. Muitos não possuem graduação específica para o exercício, foram formados em instituições de origem confessional. O cientista da religião é o profissional capacitado para o exercício da docência do Ensino Religioso em sala de aula.

          Muito se tem escrito nos jornais mas não se conhece do assunto por que se houve análises de sociólogos, de políticos, de pedagogos, mas não se houve o Cientista da Religião, este poderia desmistificar os engodos que e as gorduras que se escreve tanto sobre o assunto sem ter ciência completa do que seja o ensino religioso e o que o professor leciona em sala de aula.