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WICCA DE MANEIRA RESUMIDA

A palavra “Wicca” vem do inglês antigo, tendo sido reintroduzida no uso moderno daquele idioma por Gerald Gardner, em sua publicação de 1954. Embora Gardner utilizasse a grafia “Wica”, popularizou-se o uso de “Wicca”, mais coerente à etimologia da língua inglesa moderna.

Wicca é uma religião neopagã fundamentada nos cultos da fertilidade que se originaram na Europa Antiga. O bruxo inglês Gerald B. Gardner impulsionou o renascimento do culto, com o nome de Wicca, junto com outros bruxos e bruxas, em meados dos anos 40 e 50. Embora essa fundação tenha ocorrido provavelmente na década de 1940, ela só foi revelada publicamente em 1954, quando da época da sanção da última das leis contra a Bruxaria na Inglaterra. A tradição Wicca e seus termos são baseados em diversas culturas do paganismo antigo, modificadas pelo que, segundo Gardner, era uma tradição sobrevivente da bruxaria medieval, mas da qual o conhecimento que temos é obscuro.Desde seu renascimento, várias tradições da Wicca surgiram. Algumas se afastando consideravelmente dos conceitos da década de 50. A tradição que segue os ensinamentos e práticas específicas, conforme estabelecidos por Gardner, é denominada Tradição Gardneriana. Além dela, muitas outras tradições da Wicca se desenvolveram e também existem muitos praticantes que não pertencem a nenhuma tradição estabelecida, mas criam a sua própria forma de culto (ecléticos) aos Antigos Deuses.

Existem muitos símbolos associados a Wicca e neopaganismo modernos sistemas de crença. Alguns dos mais universais Neopaganismos e símbolos incluem:

WICCA E MAGIA


O PENTEGRAMA: Dentro de um círculo, é o mais reconhecido símbolo de Wicca. O pentacle representa a integração do corpo e espírito, e no domínio espiritual dos quatro elementos. O pentacle é usado em uma série de rituais Wiccan, e como um sinal em Grade Gardnerian e outras tradições. O pentacle é muitas vezes utilizados como um símbolo do reconhecimento entre os profissionais, especialmente aqueles que prática um código de sigilo.


Oculto pentacles são pentagramas disfarçados em mais intrincados desenhos e modelos, e pode ser usado quando não é seguro ou apropriadas para vestir. Muitos desses desenhos estilizados são vestidos que podem ser reconhecidos pelos outros crentes, mas menos evidente para estranhos. Às vezes chamada de “flor pentacle,” eles têm uma menor “oculto” aparência e são menos susceptíveis de causar problemas com a família ou não-pagãs em o local de trabalho

Esta é uma versão estilizada representação do Horned Deus, que nos representa a Wicca polaridade do universo masculino. Os chifres brancos é o deus arquetípica chifres brancos Shaman, que está relacionado com os antigos deuses da vegetação e da caça: grego Pan, o celta Cernunnos, e os egípcios Ammon. Este símbolo é às vezes referido como o “chifre lua”, e, como tal, é também um símbolo da Deusa Diana, em especial nas Tradições Diânicas.


Outra imagem Horned Deus, criada a partir de uma pentacle, este com um distintivo de um Pan-cabra aparência:


Um símbolo semelhante, feita a partir de hieróglifos egípcios, que representa a Cow Deusa Hathor, é por vezes utilizado pelos egípcios Recon ou feminina centrada Pagãos:

Existem vários estilos da Deusa Lunar Triplo símbolo, representando os três aspectos da lua (enceradeira, diminuir, e completo) e womankind (mãe, solteira, Crone), bem como a Lady, ou Deusa, a polaridade da feminina Universo:


conceito da Wiccan Horned Deus, simboliza o poder da natureza masculina, especialmente no domínio das florestas e os animais que habitam a eles:


Conhecer o símbolo abaixo é uma simplificação silhueta de um egípcio Paleolítico Deusa mãe, provavelmente de um protótipo da Deusa Isis, e é muitas vezes usado para simbolizar o “Lady”, a divindade feminina da Wicca:

O emblema do Seax-Wicca, um anglo-saxão influenciado ramo da Wicca, simboliza o sol, a lua, e as oito Sabbats, ou dias santos:

WICCA rituais tradicionais ferramentas:

Os quatro mais comumente usado em ferramentas ritual Wicca são obtidas a partir da magickal ferramentas utilizadas por mágicos Ritual da Renascença. Eles simbolizam os quatro antigos elementos, e são utilizados ritualmente para canalizar os seus poderes. Eles estão directamente relacionados com o naipe sinais sobre tarô cartões e os quatro mundos da Kabbalah.


O copo ou cálice é um símbolo do elemento de água, um elemento feminino representando intuição, gestação, capacidade psíquica, e ao subconsciente. A Copa também está em como um símbolo da Deusa, do útero, e os órgãos femininos generativa. O cálice é por vezes intercambiáveis com o cauldron.


O Athame ritual ou punhal (por vezes, uma espada), é um símbolo de fogo. O Athame representa o elemento fogo, e as qualidades masculinas de consciência, ação, força e resistência. O Athame é usado para direcionar energia e está empregado no sector da fundição de círculos. Um Athame é tradicionalmente negra manipulados e maçante, mas, como a faca é considerado um emblema pessoal, existe uma grande variedade de reais em prática-um poderia ver nada a partir de uma faca de caça um veado antler usado como um Athame. O uso da Athame empates anteriores ritual de magia, e antecede Wicca.


A varinha é um símbolo do ar. Note-se que no Ritual Magick, wands são do elemento fogo, e é o punhal de ar. Wiccan prática geralmente inverte estas designações, em grande medida devido à união do punhal no cálice com o ritual.

Wiccan wands são normalmente feitas de madeira (normalmente Hawthorn ou cinza), cobre, ou de cristal, e pode ser muito ornamentado e pessoais na sua concepção. De todas as ferramentas da bruxa, é o mais pessoal:

Ferramentas adicionais:

O Besom, ou Broom, preenche uma grande parte simbólica Wiccan papel na prática. Derivados de bruxaria europeia vassoura de dança folclórica e voar, a vassoura é usada hoje para a limpeza simbólica ou purificação. Um típico besom ritual usa o vassoura para “varrer” negativo energia a partir de uma casa ou outro espaço. Besom A / vassoura também é um ponto focal em Wiccan handfasting casamentos, onde actua como um stand-no limite, que newlyweds o salto para o seu cimento votos.


O flagelo geralmente é visto apenas em velhas tradições Wiccan. A praga é uma aplicação, normalmente um pequeno chicote de couro ou cat’o’nine caudas, usadas para suavemente greve de membro, para efeitos de purificação de purgar em rituais. A praga também é simbólico da disciplina espiritual. É derivado do ritual simbólico ferramentas do deus egípcio Osiris.
O Boline ou Bolline é um pequeno, foice moldada faca usada para coletar ervas usadas em rituais e feitiços. A foice moldada faca pode ser atribuído aos Druid hemiparasita aduaneira, e é uma ferramenta lunar. (Em escocês caminhos, às vezes um kerfan, após o tradicional punhal)


O Calderão se retirar da antiga mitologia celta, e por vezes é chamado a Copa ou Cauldron de Cerridwen. Os antigos celtas caldeiras utilizadas para a produção de alimentos e em um ritual como emblema da abundância e inspiração divina. Na mitologia celta e folclore, o cauldron oferece infinitas sustento ou inspiração artística.

Como uma ferramenta Wiccan ritual, o cauldron é sobretudo simbólica. A maior parte das vezes usado para representar o fogo ou água elementos, o cauldron por vezes é empregada para scrying, para mistura ervas, para a consagração, ou para realizar os ingredientes para um feitiço. É geralmente realizada a ser um símbolo feminino:

ILUSTRAÇÃO DE NORMAN ROCWELL

A regra de ouro de Norman Rockwell (1894-1978), ilustra o tema fundamental de todas as religiões: fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem. O artista quis sublinhar a importância de se almejar a tolerância quanto às crenças alheias e o fato de cada religioso dever respeitar como os outros diferentem de si. Rockwell era um ilustrador de revistas (na verdade: 321 capas da revista The Saturday Evening Post) principalmente notável pelas suas capas que representavam as idiossincrasias da vida americana, mas, no seu último trabalho, como A REGRA DE OURO (the goldem rule), foi-se preocupando cada vez mais com os assuntos morais.Cresceu sua fama ao pintar também os retratos dos presidentes Eisenhower, John Kennedy, Lyndon Johnson e Richard Nixon, assim como o de outras importantes figuras mundiais, tais como Gamal Abdel Nasser e Jawaharlal Nehru. E o seu último trabalho foi o retrato da cantora Judy Garland, em 1969. Morreu aos 89 anos, em conseqüência de um enfisema.Quanto a REGRA DE OURO que é nosso assunto principal: A ética da reciprocidade é um princípio moral geral, que se encontra em praticamente todas as religiões e culturas, frequentemente como regra fundamental. Este fato sugere que pode estar relacionada com aspectos inatos de natureza humana. Na maioria das formulações toma uma forma passiva, como a que é expressada no Judaísmo: “O que é odioso para ti, não o faças ao próximo”. Na cultura ocidental, no entanto, a fórmula mais conhecida é a que foi formulada por Jesus, no Sermão da Montanha: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles” (Mt. 7, 12). No Zoroastrismo “Aquela natureza só é boa quando não faz ao outro aquilo que não é bom para ela própria – Dadistan-i-Dinik 94:5”

No Budismo: “Não atormentes o próximo com o que te aflige – Udana-Varga 5:18”

No Hinduísmo: “Esta é a suma do dever: não faças aos outros aquilo que se a ti for feito, te causará dor – Mahabharata (5:15:17)”.

Desde a Antiguidade a Regra de Ouro tem sido uma ótima referência moral. Pensadores gregos e judeus, Confúcio, Jesus e outros professores de Ética ensinaram esse princípio, chamado “de ouro” para indicar sua posição privilegiada como regra fundamental da vida.

Sendo assim, se aplicada, o caminho para o entendimento seria mais fácil.

Texto: Jota Bê.

O Om (ॐ) é o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto, Shabda Brahman. O Om é o som do infinito e a semente que “fecunda” os outros mantras. O som é formado pelo ditongo das vogais a e u, e a nasalização, representada pela letra m. Por isso é que, às vezes, aparece grafado Aum. Estas três letras correspondem, segundo a Maitrí Upanishad, aos três estados de consciência: vigília, sono e sonho. “Este Átman é o mantra eterno Om, os seus três sons, a, u e m, são os três primeiros estados de consciência, e estes três estados são os três sons”.
“O pranava — o mantra Om — é a jóia principal entre os outros mantras; o pranava é a ponte para atingir os outros mantras; todos os mantras recebem seu poder do pranava; a natureza do pranava é o Shabda Brahman (o Absoluto). Escutar o mantra Om é como escutar o próprio Brahman, o Ser. Pronunciar o mantra Om é como transportar-se à residência do Brahman. A visão do mantra Om é como a visão da própria forma. A contemplação do mantra Om é como atingir a forma de Brahman” Mantra Yoga Samhitá.
Na Índia, o mantra Om está em todas partes. Hindus de todas as etnias, castas e idades conhecem perfeitamente o seu significado. Ele ecoa desde a noite das idades em todos os templos e comunidades ao longo do subcontinente.
Essa sílaba única, Om, vem dos Vedas. Como uma palavra sânscrita, significa avati raksati – aquilo que lhe protege, lhe abençoa. É um mantra e é um nome do Senhor. O nome do Senhor lhe protege através da repetição do próprio nome. Portanto, é reconhecimento em forma de oração. Sendo um mantra, ele é repetido, e, portanto, torna-se uma prece. Repetido “Om”, você invoca o Senhor naquela forma específica. Então, dessa maneira, “Om” lhe protege.

Om iti idam sarvam yat bhútam yat ca bhavyam bhavisyat itiO que existia antes, o que existirá depois e o que existe agora.

Tudo isso, sarvam, é realmente Om. Tudo o que existe é Om. Tudo o que existiu é Om, e também tudo o que existirá depois, no futuro. Passado, presente e futuro, incluindo o tempo e tudo o que existe no tempo – tudo isso é Om. Aquele Om é Brahman. Portanto, o Senhor é não-dual, e esse não-dual é Um. A sílaba é também uma e não-dual, significando que tudo está dentro dela. E tudo está dentro de Om.
A é a primeira letra (ou som) que é pronunciada quando se abre a boca, e, da mesma maneira, M é a última, quando se fecha a boca. U está entre os dois. A representa o acordado, do qual depende U. A torna-se U quando os lábios se fazem arredondados. U representa todo o súkshma prapañcha (mundo sutil), e M representa todo o mundo causal, pois tudo se dissolve em M.
Depois de fechar os lábios, de dizer M, você não pode dizer mais nada. A e U terminam em M, assim como no sono profundo os mundos físicos e sutil dissolvem-se. Portanto, A-U-M, Om e quando se pronuncia Om, tudo se dissolve em M. E, depois, tudo retorna, Om. A origem do retorno não é em M, mas sim no silêncio. A e U dissolvem-se em M, e em seguida o Om nasce do silêncio.
Om não faz parte de uma língua específica. É fonético, além de qualquer língua. Portanto, Om é o nome para Brahman que inclui o silêncio também, o nirguna (sem forma) e o turíya (o quarto estado da consciência, que é a pura consciência). Aum é o turiya. Portanto, Om é considerado o mais sagrado e básico entre todos os nomes do Senhor.

VISHNU

SHIVA

KALI

PARVARTI

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JUDAÍSMO

NO PRINCÍPIO CRIOU, DEUS CRIOU.

É uma religião de salvação que também possui seu Livro Sagrado apresentado pelo próprio Deus a homens escolhidos por Ele. Os judeus também são descritos como o “povo do Livro”.
Seu livro sagrado é a TORÁ: A Tora são na verdade “os cinco primeiros livros da Bíblia cristã”, além de história possui 613 mandamentos fundamentais na vida judaica. Os judeus crêem que Deus enviou Moisés como o profeta que livrou os israelitas da escravidão.

Judaísmo (do hebraico יהדות, vindo do termo יהודה Yehudá ) é o nome dado à religião do povo judeu, e é a mais antiga das três principais religiões monoteístas (as outras duas são o cristianismo e o islamismo).

A Grande Sinagoga (Velká synagoga) Plzeň, República Checa

Surgido da religião mosaica, o judaísmo, apesar de suas ramificações, defende um conjunto de doutrinas que o distingue de outras religiões: a crença monoteísta em YHWH (às vezes chamado Adonai Meu Senhor, ou ainda HaShem, i.e. o Nome – ver Nomes de Deus no Judaísmo ) como Criador e D-us e a eleição de Israel como povo escolhido para receber a revelação da Torá que seriam os mandamentos deste Deus. Dentro da visão judaica do mundo, Deus é um Criador ativo no universo e que influencia a sociedade humana, na qual o judeu é aquele que pertence à uma linhagem com um pacto eterno com este Deus.

Há diversas tradições e doutrinas dentro do judaísmo, criadas e desenvolvidas conforme o tempo e os eventos históricos sobre a comunidade judaica, os quais são seguidos em maior ou em menor grau pelas diversas ramificações judaicas conforme sua interpretação do judaísmo. Entre as mais conhecidas encontra-se o uso de objetos religiosos como a kipá, costumes alimentares e culturais como cashrut, brit milá e peiot ou o uso do hebraico como língua litúrgica.

Ao contrário do que possa parecer, um judeu não precisa seguir necessariamente o judaísmo ainda que o judaísmo só possa ser necessariamente praticado por judeus. Hoje o judaísmo é praticado por cerca de quinze milhões de pessoas em todo o mundo (2006). Da mesma forma, o judaísmo não é uma religião de conversão, efetivamente respeita a pluralidade religiosa desde que tal não venha a ferir os mandamentos do judaísmo. Alguns ramos do judaísmo defendem que no período messiânico todos os povos reconhecerão YHWH como único D-us e submeter-se-ão a Torá.

Berechit bara Helorim et hashamaine veet haarats (Genesis 1:1)

Tal como o árabe, o hebraico, e a Torá deve ser lida da direita para esquerda. As letras do alfabeto hebraico existem apenas as consoantes. Alguns símbolos foram criados (massoretas) para dar som entendimento as palavras. A única palavra que não pode ser pronunciada pelos judeus é o nome de Deus. No qual chamam de “O ETERNO”. A palavra como conhecemos DEUS, não existe no alfabeto hebraico, é um tetagrama, não existe pronuncia, portanto o judeu para não errar o nome do eterno não o pronuncia. Chama-o de Adonai. YHWH.
A Tora possui cerca de 613 mandamentos, dos quais 248 são positivos e 365, negativos. Moisés recebeu nas tábuas instruções e leis da divindade.
Entre toda religião existe uma união indissolúvel entre a Palavra e a Escritura. A Palavra se faz Escritura e a Escritura se proclama, se canta.
Como Foi escrita: Deus escolheu homens para que ouvissem suas Palavras e a escrevessem. Dando origem então a Escritura, muitos séculos depois houve os concílios que seriam a reunião de sábios para que decidissem sobre a canonicidade, ou a validade desses livros, porque muitos outros livros foram escritos se intitulando como sendo a revelação de Deus.
O Judaísmo tem sua “fundação” no século XII aC. A história do povo judaico começa pelo ano de 1700 aC. Com Abraão. Portanto seu fundador é Moisés. Por que ele deus ao seu povo aos Dez Mandamentos, que são considerados a pedra base do Judaísmo.
1 – O judaísmo é comumente dividido nos seguintes movimentos:
Judaísmo ortodoxo (separado entre grupos “chassídicos” e “não-chassídicos”, chamados mitnagdim).
Judaísmo conservador (fora dos Estados Unidos é conhecido por Judaísmo Masorti).
Judaísmo reconstrucionista
Judaísmo da reformista (fora dos Estados Unidos também é conhecido como Judaísmo progressista e, no Reino Unido, Judaísmo liberal)
O judaísmo laico não é propriamente um movimento, mas uma visão de uma parte do povo judeu de que é possível viver o judaísmo desvinculado da religião.
Surgiram variadas formulações das crenças judaicas, a maioria das quais com muito em comum entre si, mas divergentes em vários aspectos. Monoteísmo – O judaísmo baseia-se num monoteísmo unitário estrito, a crença num único Deus. Deus é visto como eterno, o criador do universo e a fonte da moralidade.
Deus é unico – A idéia de Deus como uma dualidade ou trindade é herética para os judeus. É encarada como próxima do politeísmo. Curiosamente, enquanto que os judeus defendem que tais concepções de Deus estão incorretas, são geralmente de opinião que os gentios que têm tais crenças não são culpados.
Deus é onipotente (todo-poderoso) e onisciente (tudo sabe) e onipresente (está em todo lugar). Os diversos nomes de Deus são maneiras de expressar diferentes aspectos da presença de Deus no mundo. Ver a entrada acerca do nome de Deus no judaísmo.
Deus é não-físico, não-corpóreo e eterno. Todas as declarações na Bíblia hebraica e na literatura rabínica que utilizam antropormofismo são encaradas como conceitos linguísticos ou metáforas, por ser impossível falar de Deus de outro modo.
A Bíblia hebraica e muitas das crenças descritas na Mishná e no Talmud são tidas como produto de Revelação divina. As palavras dos profetas são verdadeiras. Moisés foi o maior de todos os profetas e também o mais humilde. Como um grande professor para o povo judeu.
A Torá (os cinco livros de Moisés) é o texto principal do judaísmo. O judaísmo rabínico defende que a Torá é idêntica à que foi entregue por Deus a Moisés no Monte Sinai. Os judeus ortodoxos acreditam que a Torá que existe hoje é exatamente aquela que foi entregue por Deus a Moisés, com um número reduzido de duvidas de cópia. Devido aos avanços nos estudos bíblicos e na pesquisa arqueológica e linguística, a maioria dos judeus não-ortodoxos rejeita este princípio. Em vez disso, aceitam que o núcleo da Torá Oral e Escrita pode provir de Moisés, mas afirmam que a Torá escrita que existe hoje foi amalgamada a partir de vários documentos.
Deus escolheu o povo judeu para participar numa aliança única com Deus; a descrição desta aliança é a própria Torá. Os judeus acreditam que foram escolhidos para desempenhar uma missão específica: para servir de luz para as nações e para ter uma aliança com Deus tal como descrito na Torá.
A era messiânica. Haverá um Mashíach (Messias), e uma era messiânica.
A alma é pura no momento do nascimento. As pessoas nascem com um yêsser hattôb, uma tendência para o bem, e com um yêsser harâ’, uma tendência para o mal. As pessoas podem expiar os seus pecados. A “profissão de fé” de um judeu é: “Shemá‘ Yisraél Adonay Elohênu Adonay echad” Tradução: “Ouve israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é um” (Nota-se que muitos judeus asquenasí usam aqui a palavra hebraica ‘Hashem’ em lugar de ‘Adonay’, literalmente “o nome”, como uma alusão a Seu Santo Nome que não pode ser pronunciado ou escrito.).

MAIS INFORMAÇÕES:
Dor: Por que Deus permite a desgraça no presente? Por que justamente o inocente deve sofrer? Um pensamento judaico responde sustentando ser necessário curvar-nos à vontade todo-poderosa de Deus, mesmo quando não a compreendemos.
Facções: No tempo de Cristo existiam os Fariseus )admitindo a ressurreição); os Saduceus (os que negavam); e a dos Essêniosue teria sofrido influência do Budismo,mas não se tem documentos para provar.
Pecado: É uma revolta contra Deus e um rebaixamento da própria natureza do homem. É o que nós encontramos nos outros povos. É uma infidelidade ao eterno.
Ritos: Rito da iniciação; circuncisão; Casamento.
Morte: Os mortos vão para o Sheol, tanto os bons, como os maus. Os justos ficam até o juízo final, quando serão ressuscitados e recompensados. Aceitam a ressurreição, não a reencarnação.
Moral: Além dos dez mandamentos, há muitas outras leis a serem observadas.
Festas: Páscoa; Shavwót;Sucót;Rosh Hashnaah; Yon Kipur;
Oração: Deus houve sempre a oração;
Credo: Maimônides resumiu a fé judaica em treze artigos:
Deus criou e governa todos os seres;Deus é uno; Não tem corpo; É eterno; Deve ser o único a ser adorado; Todas as palavras dos profetas são verdadeiras; Moisés é o maior dos profetas; toda Tora é que foi dada a Moisés; Deus conhece todas as ações e todos os pensamentos dos homens; Deus recompensa os que observam seus mandamentos e pune os que transgridem; Deus fará vir o Messias; Deus fará reviver os mortos.
As Festas Judaicas
As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:
Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.
Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 AC.
Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.
Rosh Hashaná – é comemorado o Ano-Novo judaico.
Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.
Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.
Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.
Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.

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ISLAMISMO

ASHHADU AN LÁ ILAHÁ ILLALLÁH

Lá Iláha Il`Allah Muhammad Raçul Allah

“NENHUM DEUS SENÃO ALLAH, E MAOMÉ SEU MENSAGEIRO”.

Esta é uma série de estudos sobre as matrizes religiosas mundiais. Não há objetivo de crítica ou análise mas tão somente alguns breves relatos sobre o grupo religioso para efeito de complemento de estudos.

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O Islão, Islã, Islame ou Islamismo (em árabe: الإسلام) é uma religião monoteísta que surgiu no século VII, baseada nos ensinamentos religiosos de Maomé (Muhammad). Os seguidores do Islão são conhecidos como Muçulmanos. Em textos mais antigos, eram conhecidos como “maometanos”, mas este termo tem vindo a cair em desuso porque implica, incorretamente, que os muçulmanos adoram Maomé, o que torna o termo ofensivo para muitos muçulmanos. A palavra Islão significa “submissão”. Durante a Idade Média e, por extensão, nas lendas e narrativas populares cristãs, os muçulmanos eram também designados como mouros ou sarracenos.
Os ensinamentos de Maomé estão contidos no Corão, ou Alcorão (Qur’an, a palavra árabe para livro). Os muçulmanos acreditam que Maomé recebeu estes ensinamentos de Alá (a palavra árabe para Deus), por intermédio do anjo Jibreel (Gabriel) que Maomé depois recitou para que outros passassem a escrito, visto que o profeta era analfabeto. Além do Corão, as crenças e práticas do Islã baseiam-se na literatura Hadith, que para os muçulmanos clarifica e explica os ensinamentos de Maomé.
Uma vez que o Islã, à semelhança do judaísmo e do cristianismo, descende da tradição religiosa do patriarca bíblico Abraão, é classificado como uma religião abraâmica.

MAOMÉ: Maomé, nasceu em 570, na cidade de Meca. Orfão muito cedo começou por trabalhar como pastor. Aos doze anos começa a conduzir caravanas de camelos. Aos vinte dirige as as caravanas de uma viuva rica, sua prima, com quem acabará por casar cinco anos depois. Por volta de 610, na caverna de Hira, perto de Meca, terá sido visitado pelo anjo Gabriel, que lhe ordenou a sua missão e ditou os primeiros versículos do Alcorão. Maomé abandona a sua profissão de mercador e começou a pregar.

Devido ás perseguições que era vítima, em 622, foi obrigado a refugiar-se em Medina. Maomé era então um famoso chefe religioso, mas também num poderoso de chefe político-militar. Em 63O conquista Meca, tornando-a no centro da nova religião. Funda então um Estado teocrático, que alargou rapidamente o seu domínio a um crescente número de tribos árabes. Quando morre, a 8 de Junho de 632, nos braços da sua mulher preferida, deixa unificadas política e religiosamente um grande número de tribos árabes, mobilizadas para uma guerra santa que as levará de conquista em conquista até à Península Ibérica.

Islão e Islã são aportuguesamentos (segundo as normas, portuguesa e brasileira, respectivamente) da palavra árabe Islam, que significa “submissão (a Deus)” e que é descrita em árabe como um “Deen”, o que significa “modo de vida” e/ou “religião”. Possui uma relação etimológica com outras palavras árabes como Salaam, que significa “paz”. Muçulmano, por sua vez, é aportuguesamento da palavra árabe Muslim, relacionada com islam, que significa “vassalo” de Deus, e “aquele que se rendeu” ou se submeteu (a Deus). Os muçulmanos vêem a homenagem a Deus como sinal de distinção, e o termo não tem conotações negativas. Homenagear significa servir a vontade de Deus acima e para além dos objetivos pessoais de cada um.

2 – Crenças

O Islã ensina aos seus aderentes um certo número de crenças.

2.1 – Deus

A pedra basilar da fé islâmica é a crença estrita no monoteísmo. Deus é considerado único e sem igual. Cada capítulo do Corão (excepto dois capítulos) começa com “Em nome de Deus, o beneficente, o misericordioso”. Deus descreve-se na Sura al-Ikhlas, (capítulo 112): diz: “Ele é Deus o único, Deus o eterno. Ele nunca causou nem foi causado. Não há nenhum que se lhe compare.”

2.2 – Profetas

O Islã ensina que Deus pode revelar a sua vontade à humanidade através de um anjo; esses recipiente da revelação são os chamados profetas. O Islão faz uma distinção entre “profetas” e “mensageiros”. Apesar de todos os mensageiros serem profetas, nem todos os profetas são mensageiros.
Para os muçulmanos a lista dos profetas inclui Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Maomé, todos eles pertencentes a uma sucessão de homens guiados por Deus. Maomé é visto como o ‘Último Mensageiro’, trazendo a mensagem final de Deus a toda a humanidade sob a forma do Corão. Mensageiros e profetas foram enviados a todas as nações e civilizações, e a cada mensageiro foi dado um livro para essas pessoas. Estes indivíduos eram humanos mortais comuns; o Islã exige que o crente aceite todos os profetas, não fazendo distinção entre eles. No Corão é feita menção a vinte e cinco profetas específicos. Os muçulmanos acreditam que Maomé foi um homem leal, como todos os profetas, e que os profetas são incapazes de ações erradas (ou mesmo testemunhar ações erradas sem falar contra elas), por vontade de Alá.

2.3 – O dia do julgamento

Outras crenças chave incluem o Dia do Julgamento, Céu e Inferno, os Anjos, os Jins (uma espécie de seres invisíveis), a existência de magia (a sua prática é estritamente proibida), o perigo do mau olhado (também proibido), e a misericórdia, a sabedoria e a força do todo-poderoso Deus. Céu, inferno e juízo final: Deus é soberano juiz, manda os bons para os céus (jardim de delícias, onde há leitos, bebidas que embriagam, carnes de pássaros, virgens adolescentes apaixonadas…) e os maus para o inferno (onde existe vento que queima, escuridão e fumaça).

2.4 – Práticas Pré-Islâmicas

Algumas crenças e comportamentos islâmicos são semelhantes a práticas pré-islâmicas nativas da Península Arábica – em particular a hajj e três de suas práticas associadas: circundar a Kaaba, beijar a Pedra Negra (conhecida também como Hajar el Aswad), e o apedrejamento do Diabo nas proximidades de Meca.

2.5 – Revelações do Corão

Os muçulmanos acreditam que o Corão foi revelado a Maomé quando Alá (Deus) enviou um anjo para lhe ditar uma série de revelações. Então, Maomé recitou isto aos seus companheiros, muitos dos quais se diz terem memorizado e escrito no material que tinham à disposição. De acordo com a tradição islâmica, Maomé era analfabeto, as revelações a Maomé foram mais tarde reunidas pelos seus companheiros e seguidores em forma de livro. Maomé é considerado o profeta final, enviado para pregar a mesma mensagem que os profetas do Cristianismo Jesus e do Judaísmo Moisés (e possivelmente o Zoroastrianismo) e outras religiões antigas.

3 – Os seis elementos da crença

Há várias crenças partilhadas por todos os muçulmanos:
1 – Deus (em Árabe, Alá)
2 – Anjos
3 – Livros (enviados por Deus)
4 – Mensageiros (enviados por Deus)
5 – Dia do julgamento
6 – Autoridade Religiosa
Não há uma autoridade oficial que decide se uma pessoa é aceite ou excluída da comunidade de crentes. O Islã é aberto a todos, independentemente de raça, idade, género, ou crenças prévias. É suficiente acreditar na doutrina central do Islã. Isto é formalizado pela recitação da chahada, o enunciado de crença do Islã, sem o qual uma pessoa não pode ser considerada um muçulmano. Como ninguém pode abrir o coração do próximo para ver o que há dentro, é suficiente acreditar e dizer que você é muçulmano e comportar-se de modo apropriado a um muçulmano para ser aceite na comunidade do Islã.
4- Os cinco deveres de cada muçulmano

Os cinco pilares do Islã são 5 deveres básicos de cada muçulmano:
1 – a recitação e aceitação do credo (Chahada)
2 – Reza diária (Salat ou Salah)
3 – pagar dádivas rituais (Zakat ou Zakah)
4 – observar o jejum no Ramadão (Saum ou Siyam)
5 – azer a peregrinação a Meca (Hajj ou Haj)
Pelo menos uma seita de muçulmanos acredita que a Jihad, significando luta interior contra Satanás (jihad maior) ou luta externa (jihad menor), é o “sexto pilar do Islã”. Outros grupos consideram “A fidelidade ao Imam” o chamado sexto pilar do Islã.
Os seguintes grupos acham-se muçulmanos, mas não são considerados como tal pelos outros:
Os Ahmaddiya
Os Druzos
A Nação do Islão
Os Zikris
As seguintes religiões são de certa forma uma evolução do Islão, mas consideram-se religiões independentes com leis e instituições distintas:

Fé Bahá’í
Sikhismo
Yazidi
Outros aspectos importantes da crença Islâmica não foram abordadas aqui, como é o caso do mês de Ramada,, a perigrinação a Meca, a questão dos jejuns, a questão da lei Islâmica para problemas nacionais. A questão do homem e mulher na cultura Islâmica, tal qual o judaísmo, deriva do respeito a seus livros sagrados. Sugiro uma leitura desses aspectos para um entendimento maior dessa religião.