BUDISMO

Publicado: novembro 23, 2007 em BUDISMO, CIÊNCIA DA RELIGIÃO, FILOSOFIA, IMAGENS, RELIGIÃO, SIMBOLOS RELIGIOSOS, TEOLOGIA

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BUDISMO

Esta é uma série de estudos sobre as matrizes religiosas

Numa noite, há mais de 2.500 anos, um príncipe hindu abandonou seu rico palácio, sua esposa e seu filho para sair em busca de uma forma para superar o sofrimento humano. Nunca havia saído do palácio, porém um dia via, “a velhice, a doença e a morte”. Não entendendo por que as pessoas nunca haviam falado sobre esses aspectos da vida. Tomou uma decisão: Deixou toda sua família, pai, mãe, esposa e filho, peregrinou, jejuou e meditou durante sete anos, vivendo como um eremita, até encontrar o que procurava. Após 49 dias de meditação sentado sob um bo (uma figueira sagrada), na aldeia de Budgaia, no norte da Índia. Sidhartha recebeu uma iluminação Passou a ser conhecido como Buda ou “iluminado” e propagou suas descobertas por toda a Índia, dando origem a uma das religiões mais influentes do mundo.
O Budismo é uma religião e filosofia baseada nas suas escrituras e na tradição leiga e monástica iniciadas por Siddhartha Gautama, o Buda histórico, que viveu aproximadamente entre 563 e 483 a.C. Surgiu originalmente na Índia e de lá se espalhou através da Ásia, Ásia Central, Tibete, Sri Lanka (antigo Ceilão), Sudeste Asiático como também para países do Leste Asiático, incluindo China, Myanmar, Coréia, Vietnã e Japão. Hoje o Budismo se encontra em quase todos os países do mundo, amplamente divulgado pelas diferentes escolas budistas. O que parece é que o Budismo foi uma resposta contrária ao sistema de Castas Hindu. Insatisfeito com o formalismo da religião Hindu e disposto a encontrar uma explicação para o sofrimento humano.
O sofrimento é causado pelo apego as coisas, e que só pode ser eliminado através da disciplina mental e de uma correta forma de vida. Buda dizia que o caminho da superação do sofrimento e da tristeza, é o “Caminho do meio”. A existência implicada sofrimento.

1 – As quatro verdades do Budismo

Dukkha ariya sacca
A primeira verdade nobre é a verdade nobre do sofrimento, insatisfação, mais precisamente, dukkha, que é uma das três marcas da existência. Ela quer dizer que a mente, tomada pela ignorância, não é capaz de dissociar a insatisfação da experiência sensorial.

Dukkha samudaya ariya sacca
O desejo (pelo prazer sensual, desejo pelo devir, desejo por não-devir) é a origem de dukkha, a segunda nobre verdade. Aqui é apresentado o motivo pelo qual a mente ignorante nunca está plenamente satisfeita: através dos sentidos, entra em contato com sons, aromas, sabores, sensações táteis e idéias, e adquire apego às sensações agradáveis e aversão às desagradáveis. Entretanto, como o mundo está em constante mutação, esse desejo nunca se satisfaz.

Dukkha nirodho ariya sacca
É através da compreensão do processo que causa a insatisfação que o desejo pode ser abandonado e assim alcançar a cessação da insatisfação, a terceira nobre verdade. Se a insatisfação surge porque a mente está constantemente projetando sua felicidade e sua tristeza na experiência sensorial, se esse condicionamento for eliminado é possível alcançar uma satisfação incondicionada.

Dukkha nirodha gamini patipada ariya sacca
A quarta verdade nobre é o caminho que conduz à cessação da insatisfação, ou seja, um conjunto de práticas que permitem reconhecer a verdadeira natureza da mente e sua relação com os sentidos, de forma que a experiência sensorial deixe de ser um aspecto condicionante da felicidade e tristeza, portanto eliminando a insatisfação em sua origem.

2 – O Nobre Caminho Óctuplo: é um conjunto de oito práticas que correspondem à quarta Verdade Nobre do Budismo. Essas oito práticas são:

1. Entendimento correto: “E o que é o entendimento correto? Compreensão do sofrimento, compreensão da origem do sofrimento, compreensão da cessação do sofrimento, compreensão do caminho da prática que conduz à cessação do sofrimento. A isto se chama entendimento correto. ”
2. Pensamento correto: “E o que é pensamento correto? O pensamento de renúncia, o pensamento de não má vontade, o pensamento de não crueldade. A isto se chama pensamento correto. ”
3. Linguagem correta: “E o que é a linguagem correta? Abster-se da linguagem mentirosa, da linguagem maliciosa, da linguagem grosseira e da linguagem frívola. A isto se chama linguagem correta. ”
4. Ação correta: “E o que é ação correta? Abster-se de destruir a vida, abster-se de tomar aquilo que não for dado, abster-se da conduta sexual imprópria. A isto se chama de ação correta.”
5. Modo de vida correto: “E o que é modo de vida correto? Aqui um nobre discípulo, tendo abandonado o modo de vida incorreto, obtém o seu sustento através do modo de vida correto. A isto se chama modo de vida correto.”
6. Esforço correto: “E o que é esforço correto? Aqui, bhikkhus, um bhikkhu gera desejo para que não surjam estados ruins e prejudiciais que ainda não surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. Ele gera desejo em abandonar estados ruins e prejudiciais que já surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. Ele gera desejo para que surjam estados benéficos que ainda não surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. Ele gera desejo para a continuidade, o não desaparecimento, o fortalecimento, o incremento e a realização através do desenvolvimento de estados benéficos que já surgiram e ele se aplica, estimula a sua energia, empenha a sua mente e se esforça. A isto se denomina esforço correto.”
7. Atenção plena correta: “E o que é atenção plena correta? Aqui, bhikkhus, um bhikkhu permanece focado no corpo como um corpo – ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. Ele permanece focado nas sensações como sensações – ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. Ele permanece focado na mente como mente – ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. Ele permanece focado nos objetos mentais como objetos mentais – ardente, plenamente consciente e com atenção plena, tendo colocado de lado a cobiça e o desprazer pelo mundo. A isto se denomina atenção plena correta”
8. Concentração correta: “E o que é concentração correta? Aqui, bhikkhus, um bhikkhu afastado dos prazeres sensuais, afastado das qualidades não hábeis, entra e permanece no primeiro jhana, que é caracterizado pelo pensamento aplicado e sustentado, com o êxtase e felicidade nascidos do afastamento. Abandonando o pensamento aplicado e sustentado, um bhikkhu entra e permanece no segundo jhana, que é caracterizado pela segurança interna e perfeita unicidade da mente, sem o pensamento aplicado e sustentado, com o êxtase e felicidade nascidos da concentração. Abandonando o êxtase, um bhikkhu entra e permanece no terceiro jhana que é caracterizado pela felicidade sem o êxtase, acompanhada pela atenção plena, plena consciência e equanimidade, acerca do qual os nobres declaram: ‘Ele permanece numa estada feliz, equânime e plenamente atento.’ (iv) Com o completo desaparecimento da felicidade, um bhikkhu entra e permanece no quarto jhana, que possui nem felicidade nem sofrimento, com a atenção plena e a equanimidade purificadas. A isto se denomina concentração correta..”

As Nobres verdades e o caminho óctuplo do Budismo são aspectos doutrinários chaves dessa religião, que surge como uma filosofia, não como religião. Possui variações em todos os países que se encontra: Budismo Tibetano.
Aqui no Brasil, lança outros aspectos sincréticos e toma novas formas, porém sem abandonar sua ligação com os “Dalai”.

2. Escrituras Sagradas:
A filosofia e doutrina budista estão registradas num conjunto de livros denominado Cânone. Escrita no idioma Pali, essa obra é conhecida como Tripitaka ou “três Cestos”.

3. O ciclo da vida e da morte

A filosofia budista acredita na existência de um ciclo ininterrupto de encarnações e desencarnações. Isso ocorre aqueles que estão presos às ilusões dos desejos.

COSMOGONIAS

A cosmologia budista considera que o universo é composto por vários sistemas mundiais, sendo que cada um destes possui um ciclo de nascimento, desenvolvimento e declínio que dura bilhões de anos.
Num sistema mundial existem seis reinos que por sua vez incluem vários níveis, num total de trinta e um.
O reino dos infernos situa-se na parte inferior. A concepção do inferno budista é diferente da concepção cristã, na medida em que o inferno não é um lugar de permanência eterna nem o renascimento nesse local é o resultado de um castigo divino; os seres que habitam no inferno libertam-se dele assim que o mau karma que os conduziu ali se esgota. Por outro lado, o budismo considera que existem não apenas infernos quentes, mas também infernos frios. Acima do reino dos infernos pelo lado esquerdo encontra-se o reino animal, o único dos vários reinos perceptível aos humanos e onde vivem as várias espécies.
Acima do reino dos infernos pelo lado direito encontra-se o mundo dos espíritos ávidos ou fantasmas (preta). Os seres que nele vivem sentem constantemente sede ou fome sem nunca terem estas necessidades saciadas. A arte budista representa os habitantes deste reino como tendo um estômago do tamanho de uma montanha e uma boca minúscula.
O reino seguinte é o dos Asura (termo traduzido como “Titãs” ou dos antideuses). Os seus habitantes ali nasceram em resultado de acções positivas realizadas com um sentimento de inveja e competição e vivem em guerra constante com os deuses.
O quinto reino é o dos seres humanos. É considerado como um reino de nascimento desejável, mas ao mesmo tempo difícil. A vida enquanto humano é vista como uma via intermédia nesta cosmologia, sendo caracterizada pela alternância das alegrias e dos sofrimentos, o que de acordo com a perspectiva budista favorece a tomada de consciência sobre a condição samsárica.
O último reino é o dos deuses (deva) e é composto por vários níveis ou residências. Nos níveis mais próximos do reino humano vivem seres que devido à prática de boas acções levam uma acção harmoniosa. Os níveis situados entre o vigésimo terceiro e o vigésimo sétimo são denominados como “Residências Ruras”, sendo habitadas por seres que se encontram perto de atingir a iluminação e não voltarão a renascer como humanos.

CARACTERÍSTICAS DO BUDISMO

Bodhisattva — Um ser iluminado que fez o voto de servir generosamente a todos os seres vivos com bondade amorosa e compaixão para aliviar sua dor e sofrimento e levá-los ao caminho da iluminação. Existem muitos Bodhisattvas, mas os mais populares no Budismo Chinês são os Bodhisattvas Avalokiteshvara, Kshitigarbha, Samantabhadra e Manjushri.

Bodhisattva Avalokiteshvara (Kuan Yin Pu Sa) — “Aquele que olha pelas lágrimas do mundo”. Este Bodhisattva oferece sua grande compaixão para a salvação dos seres. Os muitos olhos e mãos representados em suas várias imagens simbolizam as diferentes maneiras pelas quais todos os seres são ajudados, de acordo com suas necessidades individuais. Originalmente representado por uma figura masculina, Avalokiteshvara é, hoje em dia, geralmente caracterizado, na China, como uma mulher.

Bodhisattva Kshitigarbha (Guardião do Mundo) — Sempre usando um cajado com seis anéis, ele possui poderes sobre o inferno. Ele fez o grande voto de salvar os seres que ali sofrem.

Curvar-se em reverência — Este ato significa humildade e respeito. Os budistas se curvam em respeito ao Buda e aos Bodhisattvas e, também, para recordar-se das qualidades virtuosas que cada um deles representa.

Buda — Este é muito mais do que um simples nome. A raiz Budh significa “estar ciente ou completamente consciente de”. Um Buda é um ser totalmente iluminado.

Buda Shakyamuni (o fundador do Budismo) — Nasceu na Índia. Em busca da verdade, deixou sua casa e, disciplinando-se severamente, tornou-se um asceta. Finalmente, aos 35 anos, debaixo de uma árvore Bodhi, compreendeu que a maneira de libertar-se da cadeia de renascimento e morte era através de sabedoria e compaixão – o “caminho do meio”. Fundou sua comunidade, a qual tornou-se conhecida como Budismo.

Buda Amitabha (Buda da Luz e Vida Infinitas) — É associado com a Terra Pura do Ocidente, onde recebe seres cultivados que chamam por seu nome.

Bhaishajya Guru (O Buda da Medicina) — Cura todos os males, inclusive o mal da ignorância.

Buda Maitreya (O Buda Feliz) — É o Buda do Futuro. Depois de Shakyamuni ter se iluminado, ele é aguardado como sendo o próximo Buda.

Instrumentos do Dharma — Estes instrumentos são encontrados nos templos budistas e são utilizados por monges durante as cerimônias. O “peixe” de madeira é normalmente colocado à esquerda do altar, o gongo, à direita e o tambor e o sino, também à direita, porém um pouco mais distantes.

Incenso — É oferecido com respeito. O incenso aromático purifica não só a atmosfera, mas também a mente. Assim como sua fragrância alcança longas distâncias, bons atos também se espalham em benefício de todos.

Flor de Lótus — Pelo fato de brotar e se desenvolver em águas lamacentas e turvas e, ainda assim, manifestar delicadeza e fragrância, a Flor de Lótus é o símbolo da pureza. Também significa tranqüilidade e uma vida distinta e sagrada.

Mudra – Os gestos das mãos que geralmente se vêem nas representações do Buda, são chamados de “mudras”, os quais propiciam comunicação não-verbal. Cada mudra tem um significado específico. Por exemplo, as imagens do Buda Amitabha, normalmente, apresentam a mão direita erguida com o dedo indicador tocando o polegar e os outros três dedos estendidos para cima para simbolizar a busca da iluminação, enquanto a mão esquerda mostra um gesto similar, só que apontando para o chão, simbolizando a libertação de todos os seres sencientes. Nas imagens em que ele aparece sentado, ambas as mãos estão posicionadas à frente, abaixo da cintura, com as palmas voltadas para cima, uma contendo a outra, o que simboliza o estado de meditação. No entanto, se os dedos da mão direita estiverem apontando para baixo, isso simboliza o triunfo do Dharma sobre seres desencaminhados que relutam em aceitar o autêntico crescimento espiritual.

Oferendas — Oferendas são colocadas no altar budista pelos devotos. Fazer uma oferenda permite que reflitamos sobre a vida, confirmando as leis de reciprocidade e interdependência. Objetos concretos podem ser ofertados em abundância, no entanto, a mais perfeita oferenda é um coração honesto e sincero.

Suástica — Foi um símbolo auspicioso na Índia antiga, Pérsia e Grécia, simbolizando o sol, o relâmpago, o fogo e o fluxo da água. Este símbolo foi usado pelos budistas por mais de dois mil anos para representar a virtude, a bondade e a pureza do “insight” de Buda em relação ao alcance da iluminação. (Neste século, Hitler escolheu este símbolo para seu Terceiro Reich, mas inverteu sua direção, o denominou “Suástica” e o usou para simbolizar a superioridade da raça ariana.)

Fo Tzu (Pérolas de Buda) —

Também conhecido como rosário budista. É um instrumento usado para controlar o número de vezes que se recita os nomes sagrados do Buda, dos Bodhisattvas ou para recitar mantras. Se usado com devoção no coração, ajuda-nos a limpar nossa mente ilusória, purifica nossos pensamentos e ainda resgata nossa original e imaculada Face Verdadeira. São constituídos de contas que podem ser de diferentes tipos: sementes de árvore Bodhi, âmbar, cristal, olho de tigre, ametista, coral, quartzo rosa, jade, entre outros.

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DIRIVAÇÕES DO BUDISMO

Igreja Messiânica Mundial: Fundada em 1926 por Mokit Okada que adotou o nome de Meish-Sama, foi proibida pelo governo japonês, só podendo voltar a funcionar em 1945; é a religião do Johrei (purificação do espírito) ou da “oração em ação”. Pregam o princípio que a “verdade, a virtude e a beleza trazem saúde trazem saúde, prosperidadee paz”. E de que o “homem não deve buscar a salvação apenas para si próprio para ser feliz, ele tem de pensar em construir também a felicidade alheia”.

Perfect Liberty: Fundada em 1920 por Tokuharu Miki, essa igreja foi proibida também pelo governo Japonês, por ser antibelecista, retomam sua pregação em 1946 , pedindo paz mundial. A eliminação do egoísmo e do apego as coisas materiais e a tolerância religiosa, e sua doutrina baseia-se em 21 “preceitos de comportamentos”, inspirado na filosofia zen-budista.

Seicho-no-Iê. Fundada no Japão, em 1930, por Masaharau Taniguchi, é uma religião do otimismo, que prega a integração de todas as religiões e afirma que Deus está presente dentro do coração do homem. Procura mostrar o caminho para a felicidade através da harmonia consigo mesmo e coma sociedade em que vive, e visa a aumentar no indivíduo a consciência de que ele possui potencialidades infinitas; seus princípios básicos são o respeito aos pais, a adoração a Deus e a gratidão no recebimento dos bens.

OUTROS GRUPOS:
Zen-Budismo:
Laimaísmo:
Nitiren Shoshu:

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comentários
  1. granwylly rodrigues disse:

    Olha gostei muito da sua pagina,principalmente quando vc faz a parte do fundador do Budismo Skyamuni, só que vc esqueceu de escrever sobre o buda dos utimos dias
    da Lei, Nitiren Daishonin.que fundou a
    Nichiren Shosu a 750 anos.
    valeu, muito bom.

  2. joaobosco disse:

    Boa Granwylly,
    Como foi uma pesquisa para uma aula com meus alunos de ciencia da religião, resolver trabalhar apenas no budismo tradicional.
    Mas acrescentarei sua observação, Muito obrigado pela visita.

    JB

  3. ana clara disse:

    O texto está ótimo só que eu queria ritos de passagem do Budismo
    e nao achei.
    tenho um trabalho para amahã sobre isso e nao achei o que precisava.

    26/03/08

  4. luize disse:

    Eu gostei pois fiz um trabalho de 300 páginas e encontrei tudo que prescisava sobre budismo aqui!!!!!!!!!!!

  5. luize disse:

    eu nao achei as regras e ensinamentos do budismo

  6. ana carine disse:

    olha eu adorei essa
    pagina ja fiz muitos trabalhos
    baseados nessa pagina !!!!!!!

  7. gosteii da página mas axo que você poderia fazer umas página sobre o CRISTÃO ou seja sobre a vida de JESUS CRISTO aki nesta terra
    bjoos =*

    ;X~

  8. joaobosco disse:

    Olá Brenda………

    Estou preparando sobre o cristianismo e sobre a figura de Jesus….

    È que estou colocando as religiões mais desconhecidas..pelo menos detalhes.
    JB

  9. cristiane disse:

    gostei muito e mude tira várias dúvidas sobre essa religião.

  10. Gustavo Marques disse:

    Muito bem, mas deveria explicitar que as “Derivações” do budismo não são budismo. Existem sim as escolas ou tradições: (Theravada, a escola dos antigos; Mahayana:Zen, Chan; Vajrayana:Tibetana=Lamaísta;).

    Abraço.

  11. ALADIM STOCKLER disse:

    GOSTEI MUITO DESTA PÁGINA, NÃO TINHA ADMIRAÇÃO POR NENHUMA RELIGIÃO, DESCOBRI O FILOSOFIA BUDISTA POR PESQUISAR O SIGNIFICADO DA SUÁSTICA E SUA ORIGEM, GOSTEI MUITO DESTA FILOSOFIA (RELIGIÃO)POIS TRANSMITE O “ACREDITE EM VOCÊ MESMO E SEMPRE MANTENHA SUA MENTE DISCIPLINADA”, COM BONS PENSAMENTOS,RESPEITANDO TODOS A SEU REDOR INCLUSIVE A NATUREZA E OS ANIMAIS, OBRIGADO.

  12. Sueli disse:

    Oi JB, gostei muito da página, porém, ainda sou muito leiga referindo -se a filosofia budista, percebo que existem imagens, gostaria se possível que me oriente sobre estas imagens na linhagem do budismo Tibetano (Dalai Lama), desculpe se não soube me expressar muito bem, mas como falie ainda sou muito leiga sobre o assunto.

    Um abraço e Obrigada.
    Sueli

  13. lele disse:

    gostei dessa página!! me ajudou muito, principalmente com as imagens!!

  14. luci sales disse:

    adorei apágina.estava td ótimo e bem claro.

  15. joão disse:

    OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI EU SOU FELIZ

  16. Sara Gomes disse:

    Gostei muito da página. Está uma breve informação do que é o budismo, de forma organizada e compreensivel. Mas acho que devia ser mais ilustrado para uma visualização mais aprofundada, real, e menos literal, do que a filosofia budista tenta transmitir. Mas, de forma sucinta, gostei muito! Parabéns 🙂

  17. vitoria disse:

    Oi, JB, adorei o site e tudo, mas tive um pouco de problemas com as imagens. E você não colocou muitos símbolos, faltou, por exemplo a mandala, que minha professora disse que é um dos mais importantes.

    Mas tá muito legal, valeu, o site ajudo pra caramba pros deveres de Ensino Religioso.

  18. thamu disse:

    o recipiente humano não é o que todos veem e sim o que, a dentro do recipiente humano seja bom ou ruim ele esta la você o alimenta para um lado ou para outro ,essa é a duvida que todos devemos tentar solucionar.

    gostei da pagina parabems

  19. ELAYNE REJANNE- PARÁ disse:

    Olá, gostaria de participar de sua página dizendo que tem algumas “curiosidades” sobre o Budismo que não foram relatadas aquí.
    1.Quanto ao que dizem que o Budismo é uma “religião sem Deus”, não é verdade, pois se acreditar-mos em Buda, devemos acreditar em Deus, pois no episódio da noite da “Iluminação”, Sakyamuni Buda disse aos seus discípulos, ter recebido a presença que quatro Deuses que o incentivaram a repassar os ensinamentos adquiridos naquele momento. O Budismo não é uma religião “monoteísta” e nem acredita em “Deus criador”, pois Buda disse: “O princípio já existia antes dos Deuses”
    2. Sobre os Mantras: Os mantras que são orações entoadas pelos monges, foi introduzido no Budismo pelo próprio Sakyamuni Buda, vendo que os mantras eram entoados em rituais de sacrifícios sangrentos de animais, por sua vez Buda quís mudar esse modo de cantar os mantras e modificou sua utilidade para o lado bom de ver o mundo, pedindo paz, saúde felicidade para todos os seres incluindo os animais.
    3. Buda Sakyamuni foi o primeiro Mestre Religioso a aceitar as mulheres em seu discipulado,ele mesmo ordenou as primeiras monjas.
    4. O Budismo não é vegetariano, porém o respeito aos animais nos leva a pelo menos diminuir a ingestão de produtos de origem animal, o vegetarianismo é opcional.
    5. Buda não era obeso como na maioria das imagens e fotos de Buda. Àquele Buda gorducho é o monje chinês Hotai ou Hotei.
    Obrigada pela oportunidade.

  20. Kerolyn Gemerasca disse:

    Olá,
    Adorei a página, muito interessante.

    Quero saber se a seguinte imagem tem algum significado específico: https://joaobosco.files.wordpress.com/2007/11/budismo.gif

    Aguardo retorno.

  21. Renate Ristow disse:

    Olá

    Gostaria de saber o significado de Pu-Sa FO.

    Agurado seu retorno.

    Grata

  22. rebecaribeiro1046@hotmail.com disse:

    ai… muto grande… assim nao da pra fazer trabalho….

  23. rebecaribeiro1046@hotmail.com disse:

    q chato….
    mais mesmo assim, obrigaduuu….

  24. Granwylly Rodrigues disse:

    Ola Nobre Prof. João Bosco ?
    Fiquei muito agradecido pela sua curiosidade d/saber sobre o Budismo, mas o verdadeiro Budismo e d/Sakyamuni e Nitiren Daichonin, na realidade uma seita tradicional q/busca avaliar as açoes d/cada pessoas seja ela Boas ou negativas isso e Lei d/causa e efeito, nem uma outra seita ou religão na relata q/ a vida tem um Carma q/relatam todos seue sofrimentos d/passado distante e d/presente ou seja “hoje”.
    acesse: rodrigues.61@live.com
    Natal/rn
    “queo dia de hoje, seja melhor que o dia de onte” ?
    Granwylly

  25. ze manel disse:

    os budistas tem fama de ser gente pacifica, mas axo que ha a tal corrente de pensamento de karma e reencarnaçao.. por outro lado buda nada fez por mim ja el-shaday o CRISTO provou saber e fazer coisas incriveis as vezes me interrogo que teriam visto os apostolos de tão forte para realmente irem mundo fora pregar o evangelho.

  26. ze manel disse:

    buda que fizeste tu pela humanidade ? um manual de auto ajuda e pouco mais.. a tendencia forte do ser humano é apostar na vida eterna depois de em pequeno ter ouvido falar de cristo ..

  27. GOSTEI MUITO DA SUA PAGINA SENHOR JOÃO BOSCO…ME ESCLARECEU VARIAS DUVIDAS SOBRE O BUDISMO…QUERO CONTRUIR UM TEMPLO BUDISTA NO MEU SITIO E QUERIA ORIENTAÇÃO SE POSSIVEL..OBRIGADO!!……………..FABIO DI GIORGIO!!

  28. victoria bomtempo mendes disse:

    olha eu achei bem legal….
    mais não achei o que eu procurava que o rito de passagem do budismo…
    =)

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