Arquivo da categoria ‘RITOS DE PASSAGEM’

Em algunstuais de passagem, podem parecer bizarros para aqueles que não participam da religião. Nao levarei ao merito esta discução, mas apenas explicar que o ritual de passagem é necessário em todas as religiões, cada uma  apresenta elementos diferentes.

Temos abaixo, um ritual de circuncisão islã. Ele é praticado em alguns grupos islamicos e africanos.

 

 

       Este é o segundo post sobre os ritos de passagem. Mas o que vema  ser essa tradição?  “Rites de Passage” é uma expressão francesa que foi adotada por antropólogos e escritores europeus para definir todos os rituais e cerimônias que propiciam a passagem de uma pessoa para uma nova forma de vida ou um novo status social. Esses rituais são ações que se repetem em um grupo e ajudam os indivíduos a organizarem a vida e a darem-lhe um significado, por constituírem atos que se repetem durante gerações. Os ritos de passagem acontecem em todas as religiões. O que muda são as formas de execução, o significado e o significante continuam o mesmo.

            Os ritos de passagem podem ter caráter religioso  marcando mudanças de status de uma pessoa na comunidade. Nas sociedades primitivas, aconteciam cerimonias  especiais, conhecidas como ritos  de iniciação  ou ritos de passagem. As cerimônias, representavam uma transição do indivíduo, e  a sua progressiva aceitação e participação na sociedade  na qual ele vivia. São os ritos de nascimento, a chegada à idade adulta, o casamento e a morte.

            Podemos citar como exemplo, o nascimento de uma criança era considerado antigamente um ato divino, presenciado, assistido e celebrado apenas por mulheres (parteiras, sacerdotisas) com cantos, orações e invocações das Deusas “responsáveis” pela gestação e o parto.

              Os ritos de passagem acontecem ainda hoje, mesmo na sociedade em que vivemos, nos grupos religiosos que algum de nós participamos, acontecem, a sua maneira os ritos de passagem. No judaismo: a circuncisão; no cristianismo: o batismo, a primeira comunhão, o crisma; nas religiões afro: iniciação ou feitura de santo.

              A sociedade participa com seus ritos, desconfigurando totalmente o caráter religioso dos atos como é o caso de um nascimento, de um batismo de criança, aniversário de quinze anos ou mesmo umcasmento. A questão agora é a ostentação em detrimento as questões religiosas que esses atos simbolizam.

                Nas questões religiosas, essas cerimonias, no entanto, marcavam desprendimento da vida humana, como acontece em uma conversão cristã, algumas atitudes eram abandonadas e novas deviam ser aceitas. A convivência com algumas pessoas era deixada para trás e esse indivíduo passava a conviver com outros grupos de pessoas. Em algumas dessas cerimonias, o indivíduo podia trocar até de nome, exemplificando que aquela pessoa não mais existiria.

               Alguns desses ritos deixaram de existir, outros perpetuam-se inclusive na sociedade em que vivemos, apesar de que, alguns desses ritos não levam em conta a questão simbólica e a tradição dos mesmos.

                No continente africano encontramos diversos tipos de ritos de passagem, alguns pode parecer bizarros, mas estão inceridos em dada cultura. No Brasil, os indíginas ainda mantém suas tradições de seus ritos de passagem.

Retirado do livro NOTAS SOBRE RELIGIÔES COMPARADAS   de João Bosco de Sousa

OS ÍNDIOS ALGONQUINOS       


                     Os garotos desta tribo indígena canadense eram levados para uma área separada do restante do povo, e eram enjaulados. Lá, eles recebiam uma dose de uma substância chamada de wysoccan, altamente alucinógena e quase cem vezes mais forte que o LSD. A intenção do ritual era fazer com que os garotos esquecessem todas suas lembranças da infância, para que pudessem se tornar homens. O problema do ritual é que a força da substância é tão grande que muitos garotos perdiam a memória da família e da própria identidade, e alguns até mesmo paravam de falar. Os garotos que mostravam que ainda lembravam coisas da sua infância eram levados para tomar o wysoccan novamente.      

O SALTO DOS VANUATU         


                  Este ritual serve como um rito de passagem e como um ritual de colheita das tribos da ilha de Vanuatu, no Oceano Pacifico. Os garotos das tribos têm que subir em uma torre de 30 metros de altura com cipós amarrados nos tornozelos e se jogar, a uma velocidade de cerca de 72 quilômetros por hora. Quando o “mergulho” é feito corretamente, o garoto deve encostar os ombros e a cabeça no chão. Entretanto, os cipós não são elásticos e um cálculo errado do comprimento da corda pode causar ferimentos sérios ou até mesmo a morte do garoto no ritual, que é feito com meninos de cerca de 7 ou 8 anos.

O SALTO DE VACAS DOS HARMAR  


               Este ritual é realizado pela tribo dos Harmar, na Etiópia, e é feito antes que os homens possam casar. O participante tem que pular por cima de vacas colocadas lado a lado quatro vezes sem cair. O teste é feito com o garoto nu, como um símbolo da infância que ele deixa para trás, e, se passar no teste, o garoto passa a viver com outros homens que passaram no mesmo teste, e fica durante alguns meses supervisionando as vilas do território do seu povo. 

A TRIBO OKIEK    


                O rito de passagem desta tribo do Quênia é igual para homens e mulheres, e é feito com adolescentes de 14 a 16 anos. A iniciação começa com a circuncisão dos órgãos sexuais, e depois os participantes ficam separados de adultos do sexo oposto de quatro a 24 semanas. As pessoas que participam o ritual têm que se pintar com argila branca e carvão, para ficarem com uma aparência selvagem, e passam a receber conhecimento dos anciãos. Para completar o ritual, as pessoas têm que fazer o som de um instrumento que reproduz o rugido de uma criatura mística que assombra aspessoas durante a iniciação.

              A circuncisão geralmente é feita com uma lâmina velha e suja que deixa os jovens propensos a infecções.    

              A circuncisão feminina consiste na remoção do clitóris o que deixa a maioria delas incapaz de sentir prazer durante o sexo para o resto da vida. Caso elas se recusem a passar pelo rito são isoladas do resto da tribo.

FESTA DAS MOÇAS NOVAS     

             Esta festa de iniciação é realizada pela tribo Tukuna, que vive na região norte da Amazônia. As garotas começam a participar da iniciação quando menstruam, e ficam durante 4 a 12 semanas em reclusão em um local construído na casa da família com este único propósito. Durante este período, acredita-se que a menina é está no submundo, correndo perigo na presença de um demônio conhecido como Noo. Ao final do ritual, outras pessoas utilizam máscaras e se tornam reencarnações do demônio, e a garota fica durante dois dias com o corpo pintado de preto para se proteger do Noo. Na manhã do terceiro dia, ela pode sair da reclusão, e é levada por parentes para as festividades, em que dançam até o amanhecer. Neste momento, a garota recebe uma lança de fogo e deve jogá-la sobre o demônio. Depois disso, a tribo considera que a mulher pode entrar para a vida adulta com segurança. 

A TRIBO OKRIKA


                    Esta tribo nigeriana realiza o ritual Iria com as garotas, para que elas entrem na idade adulta. Jovens entre 14 e 16 anos são levadas para locais em que recebem alimentos pesados para engordar. Elas também aprendem as canções tradicionais do ritual, que cantam durante vários dias durante o amanhecer. As pessoas da tribo acreditam que as garotas podem formar ligações amorosas com espíritos aquáticos, e por isso têm que cantar as músicas tradicionais antes de poderem casar. No último dia do ritual, as garotas passam próximas à água, com uma mulher mais experiente para levá-las para longe dos espíritos, que querem pegá-las de volta.

OS ABORÍGINES MARDUDJARA        


                  Estes aborígenes australianos levam os garotos de uma certa idade à reclusão, onde eles são segurados por um ancião, enquanto outro retira o prepúcio do pênis do garoto sem anestesia. Depois disso, o garoto se ajoelha sobre um escudo próximo a uma fogueira e tem que comer a própria pele crua, sem mastigar. Após isso, ele se livrou da criança, e se torna um homem completo. Depois que a circuncisão termina de cicatrizar, os homens sofrem outra intervenção cirúrgica: o pênis é cortado na parte inferior, próximo aos testículos, e o sangue que escorre deve cair sobre uma fogueira, para purificá-lo, e depois da incisão, têm que se abaixar para urinar, como as mulheres.

A TRIBO DOS SATERE-MAWE            


                  Esta tribo amazonense realiza um ritual de iniciação com garotos que pode ser considerado um dos mais dolorosos da nossa lista. Os jovens da tribo têm que colocar as mãos dentro de uma espécie de luva cheia de formigas-bala, cuja mordida é quase 20 vezes mais dolorida que a de uma vespa. Os garotos têm que dançar com as mãos dentro da luva durante dez minutos, e a dor é tão intensa que o corpo sofre com convulsões, e a dor pode durar até 24 horas. O mais inacreditável é que os homens da tribo repetem este ritual várias vezes durante a vida, para provar a sua masculinidade. 

A CAÇADA DOS MATIS  


                      A tribo dos Matis, que vivem na floresta amazônica brasileira, realiza quatro testes com os garotos, para que eles mostrem que podem participar das caçadas com os outros homens. Primeiro, os garotos recebem veneno diretamente nos olhos, para supostamente melhorar a sua visão e aguçar os sentidos. Depois, eles são espancados e recebem chicotadas, para depois receber a inoculação do veneno de um sapo venenoso da região. A tribo acredita que o poderoso veneno do animal aumenta a força e a resistência, o que só acontece depois que o participante do ritual sofre com fortes enjôos, vômitos e diarréia. Quando os garotos passam por esta terrível seqüência de testes, são considerados aptos a participar das caçadas da tribo.

A TRIBO SAMBIA


                     A iniciação dos garotos desta tribo de Papua Nova Guiné começa aos sete anos, quando eles são levados para longe de todas as mulheres, e passam a viver somente com homens pelos próximos dez anos. Durante o início do ritual, a pele dos garotos é furada, para que as contaminações das mulheres sejam retiradas, e eles têm que sangrar pelo nariz (foto acima, a direita) para se limparem. Os garotos também têm que consumir cana de açúcar para estimular o vômito e a defecação, com o mesmo propósito. Após a “limpeza” do corpo, eles consomem sêmen, considerado vital para que eles cresçam e fiquem fortes.  

                    Durante o processo, os garotos são informados sobre as impurezas femininas e seus perigos, e aprendem técnicas de purificação. Quando se casam eles se purificam freqüentemente contra as impurezas da esposa. Eles realizam sangramentos intensos pelo nariz toda vez que a mulher menstrua. No último passo do ritual de iniciação, os jovens têm que remover um pêlo pubiano e entregá-lo para um homem mais velho, que irá colocá-lo no lugar apropriado. Durante este estágio, o homem explica ao garoto que ele não deve ser promíscuo na sua relação heterossexual, senão será executado.

 Fonte: Hypescience

A Santa ceia, chamada assim pelo cristianismo : Católicos e protestantes é um sacramento dos mais importantes para esses dois grupos. Neste post a proposta não é analisar a questão de símbolos ou o rito, mas sim como alguns pintores retrataram a santa Ceia.

No entanto descreveremos como as igrejas cristãs tratam a questão da santa ceia.

No Evangelho de Lucas nas Sagradas Escrituras para os cristãos, ele registrou esse mandamento da seguinte forma: “E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança ou Novo Pacto no meu sangue derramado em favor de vós.” (Lucas 22:19-20).

SANTA CEIA NA IGREJA PROTESTANTE

Dentro do protestantismo, cuja teologia remonta aos princípios da reforma e são influenciados por Lutero e Calvino, a Eucaristia é vista como um sacramento.

Nas igrejas Luteranas existe o entendimento da ceia como essência ou substância do corpo de Cristo, e não transformada no mesmo. A essa forma de entendimento dá-se o nome de consubstanciação. Para compreendermos melhor: Jesus está PRESENTE, ao LADO, não se transforma, mas no momento da Santa Ceia Ele está presente ao rito.

A proposta de Calvino, em oposição a Lutero e Zwinglio, era que na ceia ocorria a presença de Jesus, não nos elementos, mas como co-participante e co-celebrante junto com os comungantes. A essa forma de entendimento dá-se o nome de presença real.  Seria um memorial onde todos lembrariam a morte do Senhor.

Na Igreja Anglicana, o entendimento é de um sacramento, independente de como o mesmo será entendido pelo comungante. Por essa liberdade é permitida até mesmo o entendimento não sacramental da ceia.

SANTA CEIA NA IGREJA CATÓLICA

Na Igreja Católica, a Eucaristia é um dos sete sacramentos. A Eucaristia é ” o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até ao seu regresso. Comungar ou receber a Comunhão é nome dado ao ato pelo qual o fiel pode receber a sagrada hóstia sozinha, ou acompanhada do vinho consagrado, especialmente nas celebrações de Primeira eucaristia e Crisma.

A Igreja Católica confessa a presença real de Cristo, em seu corpo, sangue, alma e Divindade após a transubstanciação do pão e do vinho, ou seja, a aparência permanece de pão e vinho, porém a substância se modifica, passa a ser o próprio Corpo e Sangue de Cristo. O pão se TRANSFORMA em carne e o vinho se TRANSFORMA em sangue.

Pelo menos 52 pinturas da Santa Ceia foram usadas para uma pesquisa sobre o aumento da oferta de alimentos no mundo, publicada no International Journal of Obesity.

Veremos na fotografia e na pintura as mais diferentes visualizações de como se imaginou esse episódio tão importante para o cristianismo.

Bassano  Jacopo

Carl Heinrich Bloch

David Lachapelle

Domenico Ghirlandaio

El Greco

Fra Angelico

Giacomo Raffaelli

Jacomart Jaume Baco

James Smethan

Joos Van Cleve

Le Nain

Leonardo da Vinci

Marithe Francois Girbaud

Marsden Hartley

Nicholas Poussin

Pascal Adolphe Dagnan

Peter Paul Rubens

 Philippe de Champaigne

Salvador Dali

Antonio Falbo

Tintoretto

Os rituais são ações que se repetemde forma bem conhecida ajudam os indivíduos a organizarem a vida  e darem-lhe um significado, por serem prognosticáveis e terem sido executados do mesmo modo durante gerações. Os ritos de passagem acontecem em todas as religiões, podendo at´pe ser de natureza secular. Os ritos de passagem são os atos que assinalam a transição de um estagio de vida para outro – O nascimento, a chegada a fase adulta, o casamento e morte. Os rituais de morte são os mais curiosos, concetram-se em levar o indivíduo em questão ao mundo dos vivos para o mundo dos mortos.

 Nas religiões indíginas a iniciação na idade adulta e os ritos de m orte parecem ser os atos mais

importates. Sem estes não se fazem transições.Ritos de passagem são celebrações que marcam mudanças de status de uma pessoa no seio de sua comunidade. Os ritos de passagem podem ter caráter religioso, por exemplo. Cada religião tem seus ritos de passagem, sendo parecidos com de outras religiões, ou não. Rituais de iniciação de todos os tipos ainda existem em todos os continentes: circuncisão nas sociedades da África Ocidental, seções de tatuagens nas sociedades da Indonésia, ritos de subincisão na Austrália e por aí vai. Só que atualmente nem todos os jovens parecem aceitar completamente tais ritos, mesmo nos cantos mais longínquos do planeta. É que muitos começam a pensar em seu futuro num mundo globalizado e preferem evitar os rituais que deixam marcas visíveis que os tornariam alvo de preconceitos ou de restrições.

Sem ritos de passagem, os jovens buscam substitutivos. Alguns se apegam às tradições da vida civil, cumprindo à risca os rituais típicos dos tempos de seus bisavós, tais como a seqüência noivado – casamento com o vestuário, a pompa e a circunstância de outrora. Outros tomam o rumo oposto e se arriscam em manifestações de selvageria, mergulhando na droga, na delinqüência ou no fundamentalismo religioso.

Vejamos algumas imagens sobre os ritos de passagem em religiões antigas – Aqui,  apresentamos os RITOS INICIÁTICOS DOS MANDAM. Os mandam eram um povo que índio que vivia na América do Norte, agora extinto, que vivia nas zonas mais altas junto ao rio Missouri. Acreditavam em Deus e nos espiritos malignos presididos pelo Grande Espirito, sua escatologia era a seguinte: Na orte irian para o inferno frio ou para os campos de caça quentes e belos. Esses ritos eram realizados quatro vezes por ano. os homens passavam por ritos tormentosos que acalmavam os maus espiritos.

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                                                 NA CABANA DA MEDICINA

Os iniciados entravam na cabana segundo o primeiro ou único homem que chegara
a aldeia na véspera. O primeiro homem fumava uma cachimbada pelo seu Êxito e designara um mestre de cerimônias que, em voz alta, pedia força ao grande Espírito.

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 ORDÁLIOS RITUAIS

A circuncisão, ou imbalu, os Gisu – Povo de Uganda – é um tipo clássico de órdálio que só qualifica um rapaz como sendo homem. O rapaz junto a uma roda de homens (familiares) não deve expressar medo. A circuncisão é celebrada com festa.

A MASCARA FEMININA 

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A MÁSCARA MASCULINA

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 A TORTURA AUTO-INFLIGIDA

 No último dia os iniciados eram cortados no peito, ombros, braços e pernas, e inseriam-se-lhe nas feridas estilhaços de madeira. depois penduravam-nos, comoi se vê aqui. Suspendia-se pesos nos estilhaços dos braços e das pernas e fazia-se rodar o iniciado até desmaiar. então era retirado e deixado “morto”, à guarda do Grande Espírito. Esse mesmo exercício é realizado hoje, inclusive no Brasil, a grupos que participam e se “suspendem”, com pendulos nas costas e nas pernas, ou pelo tórax.

 A DANÇA DO BÚFALO

Enquanto os iniciados eram preparados para o ordálio, fora da cabana havia danças e outras cerimônias. Pediam ao Grande Espírito que continuasse a sua influencia enviando aqueles animais para se alimentarem durante o ano.

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